Senhor... •Ajuda-me a ser discípulo, não funcionário de Deus; •Ajuda-me a ter altruísmo com o meu próximo; •Ensina-me a ter um coração agradecido; •Livra-me do pecado da fofoca; •Permite-me ser ouvido para o outro; •Que Deus esteja no meu pensar, falar e fazer. No meu ontem, hoje e sempre; •Que entenda que preciso de Deus e do outro para viver melhor; •Que eu aja com humanidade, tratando bem os meus irmãos; •Que eu dedique mais tempo a oração; •Que eu entenda que não posso ser feliz, bom e útil sozinho, senão em relação com Deus e com o outro; •Que eu entenda que não sou melhor que os outros; •Que eu exercite o dom do cuidado; •Que eu me compadeça com o sofrimento, a perca, a dor do outro, dos perseguidos, dos injustiçados; •Que eu não seja indiferente ao teu coração e amor; •Que eu reconheça o valor do e no outro; •Que eu reze pelos meus parentes vivos e falecidos, bem como por aqueles que são esquecidos pelos seus; •Que eu seja eu em todos os lugares; •Que eu seja sinal de Deus na minha família, na rua e em meio ao mundo; •Que eu seja um instrumento nas mãos de Deus; •Que eu tenha sede de Deus e busque sempre o fortalecimento de minha fé; •Que eu Ti receba na Eucaristia com muito fervor e Ti sirva na pessoa dos mais necessitados; •Que eu use meu tempo livre para fazer coisas boas; •Que eu vele pela dignidade das pessoas, e não exponha as pessoas; •Que o critério para toda minha ação seja Cristo. •Amém.
Pe. Garcia, CM preside um noitário do triduo em honra a N. Sra. de Fátima
Sem dúvida, umas das mais singulares e belas histórias que a humanidade já ouviu, refere-se a um episódio que se deu entre 1916 e 1920, na região montanhosa chamada Serra d’Aire – Cova da Iria, Portugal. Três pastorinhos – duas meninas, de dez e sete anos, e um menino de nove – contaram ter visto seis vezes uma Senhora toda vestida de luz, em cima de um arbusto. Falava-lhes e logo após desaparecia. Na última das aparições, na presença de setenta mil pessoas, realizou um admirável milagre para provar a veracidade do que dizia. (1)
Dois pastorinhos – Jacinta Marto e Francisco Marto morreram pouco depois, como a Senhora predissera. O tempo confirmou mais tarde as outras profecias: a revolução bolchevique, os horrores da Segunda Guerra Mundial e a ameaça do marxismo, que chegou a pairar sobre o mundo todo. A Senhora afirmou que, se os seus desejos fossem atendidos, Ela haveria de converter a Rússia e a paz reinaria no mundo; do contrário, muitas nações da terra seriam flageladas e escravizadas.
Comunidade de Cercadinho participa do triduo en honra a N. Sra. de Fátima
A terceira pastorinha – Lúcia dos Santos entrou para o Carmelo em Coimbra, falecendo em 2005, aos 97 anos. As três crianças viam Nossa Senhora, porém só a Lúcia foi dado a graça de ouvir e falar com Aquela sobre quem Isaias escreveu que “daria à luz ao Filho de Deus”, (Is 7,14) quem o Arcanjo Gabriel saudou como “Cheia de Graça”, (Lc 1,28) e quem ainda profetizaria de si mesmo, ser “bem-aventurada por todas as gerações”. (Lc 1,45)
Em vários momentos essa Senhora mudou o curso da história. Manifestando-se outras vezes em diversos lugares e situações, a saber: à jovem Bernadete em Lourdes, à noviça Catarina Labouré em Paris, ao indígena Diego em Guadalupe, aos pescadores em Aparecida, aos jovens em Medjugorje, etc.
Em nossos dias, e aqui em nosso meio, Ela também deseja trazer e semear sua mensagem de paz e de esperança, antes da consumação dos séculos, quando conforme predisse São João, surgirá “vestida de sol, com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas sobre sua cabeça”. (Ap 12,1)
Detalhes da apresentação das aparições encenada pelas crianças e jovens da Comunidade
A oração do Santo Rosário, recomendada sabiamente pela Mãe de Deus, é poderosa na união das famílias e fortalecimento da comunidade. O Papa Francisco, em muitas ocasiões, porém especificamos aqui duas - Encontro de Jovens Vocacionados no Vaticano 2013 e na visita ao Quênia África 2015, pediu que, por favor, rezemos o terço e mostrando um terço que trazia no bolso, afirmou que sempre o tinha consigo, para rezar.
Nesse dia 13 de maio de 2016, nós também da Paróquia Santo Antônio de Orlenas, somos convidados a nos unir à Comunidade Nossa Senhora de Fátima, a aproximar-nos de Cristo, da Virgem e dos irmãos por meio da oração, da eucaristia e da festa que temos a alegria de celebrar. Participe!
(1) WALSH, William Thomas. Nossa Senhora de Fátima. São Paulo: Quadrante, 1996
Publicado na Folha de Orleans - By Alison Medeiros e Cleber Teodosio
O Santuário de Santa Paulina está situado no município de Nova Trento - SC, a 98 km da capital Florianópolis. É o maior e mais importante santuário dedicado a Santa Paulina no Brasil e no mundo. O mesmo atrai turistas, de cunho religioso e ecológico, nacionais e internacionais, e como nos demais empreendimentos do tipo, oferece sua colaboração religiosa, social e econômica para os que por ali passam ou buscam em torno a esse, fortalecimento para as suas almas ou até o sustento para as suas vidas.
As atividades próprias do Santuário são levadas pelos Padres do Sagrado Coração de Jesus, mas especialmente pelas Irmãzinhas da Imaculada Conceição – congregação essa, fundada pela então Amábile Lucia Visintainer, hoje conhecida como Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus – considerada a primeira santa brasileira, ainda que não tenha nascido no Brasil.
A Santa tem ascendência italiana. Filha de Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer, que em 1876, imigraram para o Brasil, instalando-se em Vígolo, interior e hoje bairro de Nova Trento - SC.
Amábile ajudava seus pais na agricultura. Uma jovem de fé viva que se traduziam nos gestos de seu dia a dia. Numa noite, Amábile teve um sonho encantador, onde surgiu uma lindíssima senhora, que lhe falou, mas Amábile não conseguiu entender uma palavra. Angustiada, acordou.
Na noite seguinte, o sonho se repetiu, Amábile encoraja-se e ouve as palavras:
-“Desejo ardentemente que comeces uma obra: trabalhar pela salvação.
-Mas como, se não tenho meios e sou tão ignorante e miserável?” Nisso acorda.
Na terceira noite, a mesma aparição, a Belíssima Senhora pergunta:
“-Filha, que resolveste?
-Servir-vos, minha querida Mãe, mas eu não sou ninguém.
-Dar-te-ei uma pessoa que te ajude. Mais tarde, mostrar-te-ei as filhas que quero te confiar”.
Um dia, numa conversa com Virginia, enquanto moinham fubá, Amábile disse: "-Por que não fazer um casebre para aí rezar, trabalhar e ajudar os pobres enfermos?" Uma vez comprada a ideia, em 12 de julho de 1890, Amábile Visintainer e Virginia Nicolodi acompanhadas por seu pai Napoleone Visintainer e seu irmão Luigi, levam uma idosa cancerosa para um casebre e, com sua companheira, passa a presta-lhe cuidados. Época em que o Pe. Augusto Servanzi, SJ, confia aos cuidados das jovens a catequese, os doentes e a capela de Vígolo. Desse gesto de amor-doação, nasce a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
Madre Paulina, nascida em Vígolo Vattaro, Trento - Itália em 16/12/1865, faleceu em São Paulo - SP, Brasil, em 09/07/1942. Foi canonizada, pelo Papa João Paulo II no Vaticano, em 19/05/2002. Hoje a Congregação, fundada pela Santa, está presente em 16 Estados brasileiros e em 11 países. A Casa Mãe, em Nova Trento tem várias atividades em execução, no âmbito da ação pastoral, saúde, educação, hospitalidade, família e social, voltadas para manutenção da obra, uma das principais é o Santuário, com missas e confissões diárias, porém o dia que tem mais visibilidade é o terceiro domingo do mês, quando se transmite missas pela TV Aparecida (6h) e Rede Século XXI (9h30). Nos demais domingo, missas são veiculadas (10h), por três rádios do Estado Catarinense: Cultura, de Florianópolis; Vale, de Tijucas e Católica de Balneário Camboriú.
Testamento de Madre Paulina
"Sede bem humildes, confiai em Deus e em Maria Imaculada. Permanecei firmes e adiante. Santa Caridade entre vós e, especialmente, para com os doentes das santas casas, dos asilos, etc. Tende grande amor à prática da Santa Caridade. Está terminada a minha missão. Morro contente. Dou, de todo o coração, a vós todas, a minha bênção."
A missão da Igreja é evangelizar! É o que tentamos fazer diariamente, até em nossos mais simples gestos do dia a dia, pois anunciar Cristo, mas que proferir bonitas palavras, é vivê-las, testemunhando o Ressuscitado em cada momento de nossa existência.
A ação pode e deve vir acompanhada da palavra, ambas se complementam. O movimento também é necessário. Jesus mesmo enviou os seus discípulos a evangelizar, e logo os recebeu para que partilhassem a alegria da missão (cf Lc 10, 3-24); assim o ir e vir do missionário, hoje, legitima-se e se faz necessário.
Os formadores, do Seminário Nossa Senhora das Graças de Curitiba - os padres Guilherme Schelbauer*, CM, Ilson Hubner, CM, e Wilson Garcia, CM, estão atentos a essa questão e sempre enviam, nós, seus formandos inspirados no “ide” de Mateus capítulo 28 versos 19. Na última Semana Santa, fomos enviados às diversas paróquias vicentinas instaladas no Paraná, ao Júlio Cardoso e a mim (Cleber Teodósio), nos tocou a Paróquia de Bom Jesus dos Perdões de Guaraqueçaba, mais precisamente à comunidade de Nossa Senhora Assunta ao Céu de Ilha Rasa.
Após quase duas horas de ônibus até Paranaguá e de aí mais quase três até Ilha Rasa, fomos recepcionados pela jovem Isabele Barbosa na tardinha da segunda 21, que nos conduziu até a casa do seu Pai e coordenador da Comunidade Oromar Barbosa. Bem acolhidos descansamos e no dia seguinte, acompanhados pelo jovem Maurício Lima, visitamos a comunidade de Almeida, ali visitamos as cinco únicas casas cujos moradores eram católicos, voltando a comunidade de Ponta do Lanço, ainda visitamos uma família, a tarde e nos dias seguintes as visitas se deram na comunidade de mesmo nome da Ilha, acompanhados por Isabele e/ou por Mateus Ribeiro.
A Ilha Rasa é uma área de proteção ambiental que se encontra no litoral norte do Estado, tem aproximadamente 15 km de extensão e 03 de largura. É um local simples e acolhedor, com uma média de 800 pessoas que têm como fonte de renda a pesca ou a educação. Na Ilha há duas escolas com ensino fundamental e médio, oito templos religiosos, dois católicos e os demais de quadro denominações evangélicas. O turismo não é muito ativo na ilha pelo fato de quase não apresentar praias, mas sempre recebe visitantes, especialmente na festa da padroeira do lugar, que se realiza no terceiro fim de semana de agosto.
Na comunidade realizamos as celebrações comuns da Semana Santa: Instituição da Eucaristia (quinta, 24), Paixão do Senhor (sexta, 25), Vigília Pascal, com a presença do Pároco, Pe. Luiz Carlos, CM, (sábado, 26) e Ressurreição do Senhor (domingo, 27), bem como participamos do grupo de oração, ministramos o terço na quinta, e realizamos diferentes encontros com as crianças, jovens e adultos, todos de cunho espiritual, formativo (Campanha da Fraternidade Ecumênica) e de animação vocacional. Na tarde de sexta, Júlio e eu ainda fomos a sede da Paróquia em Guaraqueçaba em busca de Hóstias Consagradas e da vela que se tornaria Círio Pascal na Vigília do dia seguinte.
Na tarde do domingo deixamos a Ilha e nos dirigimos à Ilha das Peças, onde nos unimos àquela Comunidade e aos seminaristas Edvaldo Cordeiro e Ramon Aurélio, para celebramos com eles o encerramento das missões. Ali dormimos e no dia seguinte voltamos ao Seminário em Curitiba, não antes de rezar pelo povo, agradecer a Deus pela missão e passar pela Porta Santa do Ano da Misericórdia da Catedral de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá.
“Temos razões para louvar a Deus por isto: pela bondade e misericórdia
de Deus, existem entre nós membros enfermos e moribundos que transformam sua
dor e sofrimento em um palco de paciência, em que todas as suas virtudes
brilham de forma radiante. ” (SV XI, 73).
Depois de muitas edições nas ‘Minas Gerais’, as
Santas Missões Populares Vicentinas voltaram ao Estado do Rio, acontecendo de
16 a 30 de janeiro de 2016 na cidade de Japeri, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição,
pertencente a Diocese de Nova Iguaçu (RJ), e nas demais comunidades da
Paróquia: Santo Antônio, Nossa Senhora do Rosário Santa/Águeda, Santa Edwiges/Francisco
e São José, todas na sede do município, porém estendendo-se à Comunidade de
Nossa Senhora Aparecida, instalada na zona rural. Uma vez em Japeri foi
possível constatar as alegrias e sofrimentos anunciados na carta convite à essa
missão. Ver aqui carta na integra!
Além da Congregação da Missão, participaram da
missão membros dos Regionais da Família Vicentinas assessorados pela PBCM
vindos de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, entre eles: Filhas da Caridade de
São Vicente de Paulo, Missionários Leigos Vicentinos e Sociedade de São Vicente
de Paulo.
A acolhida dos missionários se deu na Matriz –
comunidade Nossa Senhora da Conceição. O forte das missões foram as visitas
domiciliares, somadas por encontros com crianças, jovens e casais, bem como por
formações. O bispo Dom Luciano, esteve na abertura e na avaliação final. A
Congregação da Missão se fez presente pelos padres: Alexandre Franco, Agnaldo
de Paula, Denilson Mathias, Francisco Gomes, José Valdo e Pedro Lima, e dos
seminaristas da teologia (06) da filosofia (05) e um vocacionado. O
encerramento aconteceu na Comunidade São José, com uma eucaristia e uma noite
cultural, onde o Pe. Agnaldo colocou que “missão não é só fazer uma tarefa,
para isso se usaria uma técnica, dinheiro... missão é ser, ser missionário em
todo momento, é a vida mesma e se dá no dia a dia.” Agradecido, o Pároco, Pe.
Paulo Machado, referiu ao período das SMP Vicentinas, parafraseando Mateus 11: “vejam: os cegos veem, e os coxos andam; os
leprosos são limpos, e os surdos ouvem; ...e aos pobres é anunciado o
Evangelho,” rematando que as missões impulsionaram à Paroquia olhar para
novos horizontes.
As missões foram um tempo privilegiado de
fortalecimento da comunidade local, da presença viva dos agentes pastorais nas
ruas e juntos às famílias. A visita da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, que
coincidentemente se deu durante as missões, foi um diferencial para os missionários
que levavam a imagem da Mãe até os doentes e idosos alegrando, iluminando e
distribuindo as graças do Pai por meio da ilustre visita. Todo o trabalho foi
ministrado sobre a confiança da segura benção de Deus e da proteção da Santíssima
Virgem, que tornaram possível, também naquele lugar, a “Pequena Companhia” a
realização do seu fim: seguir a Cristo evangelizador dos pobres.
O Cristo está
localizado no topo do Morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar.
De seus 38 metros, oito estão no pedestal. A inauguração do Monumento foi
realizada no dia 12 de outubro de 1931, pelo Cardial Dom Sebastiao Leme,
Arcebispo do Rio de Janeiro, isto é, nove anos após a bênção da pedra
fundamental, em 1922.
O protótipo, em gesso, foi executado pelo escultor
francês de origem polonesa Maximilien Paul Landowski, segundo o projeto
arquitetônico do Engenheiro Heitor da Silva Costa.
Novas sete maravilhas do mundo: 1º Grande Muralha (China), 2º Ruínas de Petra (Jordânia), 3º Estátua do Cristo Redentor (Brasil),4º Machu Picchu (Peru), 5º Pirâmide de Chichen Itza (México), 6º Coliseu (Roma) e o 7º Taj Mahal (Índia).
A ideia construção
do monumento partiu da iluminação de um padre da Congregação da Missão, como apresenta
os dados anexos. A estátua é, desde 2007, a 3ª das novas sete maravilhas do mundo,
bem como talvez o mais conhecido cartão postal do Brasil.
É curioso
como muitos cariocas nunca se deram o prazer de visitar o Cristo, não sabemos
se porque se cobra uma taxa com média de R$ 50 (cinquenta reais) ou por acomodação
mesmo – sempre deixam para manhã e a vida assim se passa. Porém é visita
obrigatória para todos que passam pela cidade maravilhosa. A subida se dá a pé,
de carro ou bonde (o mais recomendado).
No topo do
morro há serviços de lanches, cafés e demais bebidas, bem como loja de souvenires,
e claro pátios cercados de muretas de onde se pode ver a Capital Fluminense de ângulos
diversos e em paisagens inesquecíveis. Na base do monumento há uma pequena
capela dedicada a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.
Curiosidades Históricas:
1. Proposição da Princesa Isabel
A Princesa
Isabel, para comemorar a libertação dos escravos, no dia 02 de agosto de 1888,
propôs a construção, no morro do Corcovado, de uma imagem do Coração de Jesus,
o coração que tanto amou e sofreu.
2. Pe. Pedro Maria Boss, CM, ao editar o livro Imitação
de Cristo (1903), defende a construção do Cristo Redentor no Corcovado.
“O Corcovado!
Lá ergue o gigante de pedra, alcantilado, altaneiro e triste, como interrogando
o horizonte imenso...: quando virá?... Há tantos séculos espero?
Sim, aqui
está o pedestal único no mundo, quando vem a estátua, como eu colossal, imagem
de Quem me fez!...
Ai, Brasil
amado! Que deixaste passar a data mágica do grande jubileu, jubileu duas vezes
para ti, 1900!
Acorda de
pressa, levanta naquele cume sublime a imagem de Jesus Salvador.
Escreva tua mão,
a tremer de arrependimento, de esperança e amor, no granito eterno:
CHRISTO REGI
BRAZILIA POENITENS
A Este Rei
servir, reinar será. E clamarão as outras nações, irmãs no Evangelho;
invejando-te o monumento sem par, sem rival: "Na terra de SANTA CRUZ, tudo
é grande, a natureza, os montes e o povo também!..."
Lá vai meu
humilde brado, Deus lhe proporcione echo em todo o Brasil, até realizar-se este
voto que pesaroso até campa levarei.
E bem cabida
aqui me parece a minha suplica: nem todos, por causas diversas, lerão o livro;
ao passo que em todas as línguas e linguagens, a imagem dirá ao grande e ao
pequeno, ao sábio e ao analfabeto, a todos: Ego Sun Via, Veritas et Vita. Eu
sou o caminho, a verdade e a vida
Venite ad me
omnes!”
3.Discursos de Inauguração e Congresso de Cristo
Redentor
a) “Esse prodígio de fé e
patriotismo, que representa uma aspiração nacional e o voto de um ilustre MISSIONÁRIO
LAZARISTA, realizou-se por iniciativa e sob o valoroso patrocínio do eminente Senhor
Cardeal Dom Sebastião Leme, legítimo orgulho e glória imarcescível do nosso
episcopado. Queira Sua Eminência e Reverendíssima aceitar os mais vivos aplausos
e gratidão perene dos católicos brasileiros”.
Dom Joao Becker - Arcebispo de Porto Alegre
b) "O insigne Marconi
iluminou o Cristo do Corcovado, ligando assim a gloriosa Itália ao Brasil".
Dom
Joao Becker - Arcebispo de Porto Alegre
c) "Ou o Estado
reconhece o Deus do povo, ou o povo não reconhecerá o Estado".
Cardial Dom
Sebastiao Leme – Arcebispo do Rio de Janeiro (Encerramento do Congresso de Cristo
Redentor)
4.Cristo Redentor eleito como a 3ª Maravilha do Mundo
A 07 de julho
de 2007, em Lisboa Portugal, a Estátua do Cristo Redentor foi oficialmente
reconhecida como nova Maravilha do Mundo.
5. Hino ao Cristo Redentor e Acróstico do Corcovado
a) Refrão do Hino a Cristo Redentor, de Maria José de Amarante
“Corações
brasileiros avante!
No Brasil Cristo-Rei
aclamai
Seja o hino
de fé mais vibrante
A Jesus,
nosso Deus, nosso Pai. ”
b) O Altar do Brasil Vianna
da Silva (engenheiro)
Chega afinal o dia
desejado
O povo brasileiro, ouvindo
o grito
Retumbante do santo
Lazarista
Coloca no 'Pico
alcantilado'
Onde há de ficar sobre o
granito,
Velando pela Pátria
idealista,
A estátua colossal de
nosso amado
Deus e Senhor da Terra e
do Infinito
O Cristo Redentor.
Referências
IPROSUL - 164
Outubro/Dezembro 2007 p. 71.
NEW7WONDERS. Lisboa é agora parte da memória global.
Disponível em: .
Acessado em 01/11/2015.
Padre da Missão*
Imitação de Christo S.N. Versão
Portugueza. 4ª Edição Rio de Janeiro Collegio da Immda Conceição,
1934. (Prólogo, com data de 29 de junho de 1903, p. XII e XIII - Rodapé)
*Pe. Pedro
Maria Boss, Sacerdote da Congregação da Missão, nascido na França, aos
16/12/1834 e falecido no Brasil em 03/01/1916.
Padre Zezinho atendeu convite do Instituto Ciência e Fé e curso de Teologia da PUCPR e foi o grande homenageado do Projeto Diálogos Contemporâneos promovido pelo mesmo instituto. O evento se deu no auditório TUCA no dia 14/10/2015, no período da noite.
O tema discutido foi: “A Formação do Imaginário Religioso Brasileiro: Letras e Canções do Padre Zezinho”, contou com a participação da banda Cantores de Deus, que interpretou seus maiores sucessos, como “Maria de Nazaré”, “Utopia”, “Mãe do céu morena”, “Um coração para amar”, “Um certo galileu” e “Oração da família”.
Na oportunidade o arcebispo de Curitiba e Grão-Chanceler da PUCPR, José Antônio Peruzzo, agradeceu, em nome da arquidiocese o homenageado, bem como, o reitor da PUCPR, professor Waldemiro Gremski, também agradeceu ao padre e anunciou a resolução do seu conselho de lhe conceder o título de Doutor Honoris Causa.
José Fernandes de Oliveira, o Padre Zezinho, possui quase 50 anos de carreira. É reconhecido como um dos maiores nomes da canção religiosa brasileira, com uma produção ainda não catalogada na íntegra, dado o tamanho da sua obra. Foram mais de 131 discos, entre vinis, CDs e DVDs e quase uma centena de livros, programas radiofônicos e televisivos. Suas músicas abordam, além da fé, assuntos sociais, culturais e políticos e continuam sendo executadas em celebrações litúrgicas, em uma prova da sua abrangência e contemporaneidade.
Estivemos no evento Marisete Obrzut, Ramon Aurélio, Pe. Wilson Garcia e eu (Cleber Teodósio). Ali tivemos a oportunidade de vivemos momentos únicos, que nos fizeram recordar situações de nossas vidas e que também povoa o nosso imaginário – sejam encontros posteriores com o Padre Zezinho ou com sua vasta obra. Saímos do evento com o coração agradecido e incluídos no grande número de pessoas que bebemos do legado do Padre.
Agradeço a Deus e a PBCM por haver tornado possível a minha participação na II Jornada da Juventude Mariana Vicentina – JMV da Província Rio, realizada de 25 a 27 de setembro de 2015, em Petrópolis – RJ. O evento trouxe como tema central “Sejam Protagonista das Mudanças”. Ideia inspirada nas palavras do Papa Francisco quando também esteve no Rio na Jornada Mundial da Juventude de 2013.
Participamos do encontro, mais de 200 jovens, desembocados, filhas da caridade, seminarista e padres, provenientes das seguintes províncias: Curitiba, Recife e Rio de Janeiro – de forma direta, e Amazonas e Fortaleza - de forma indireta.
A acolhida se deu na sexta-feira, dia 25, no período da tarde, onde cada delegação também foi convidada a montar os seus stands.
No sábado, dia 26, vivenciou-se, a Palestra Magna, ministrada por Silvana Nascimento, jovem da JMV Corrêas, apresentando diversas dicas de como o jovem de hoje pode ser protagonista de sua própria vida. Concluiu-se com a Adoração ao Santíssimo, enfatizando que só no encontro pessoal com Cristo os jovens encontram sua vitalidade para evangelizar a realidade em que vivem. Bem como, durante uma segunda palestra, ministrada por Valcir Rangel, Desembocado e Assessor da JMV Taubaté, que discorreu sobre as atitudes que deve tomar o jovem para aproximar-se da Cruz de Cristo. Durante o dia houve atividades culturais, tais como: oficinas de arte, literatura, jazz, zumba, música etc. Assim mesmo um passeio turístico pela cidade anfitriã e oficinas formativas: “Ir contra a corrente”, “Apostar em grandes ideais” e “Ser revolucionário”. Um dos pontos altos do encontro foi a visita do bispo local, Dom Gregório Paixão, OSB que durante a sua saudação contou três historinhas que trouxeram ensinamentos inesquecíveis à vida dos presentes. Já durante a noite rezamos o terço luminoso, e fechamos o dia com uma noite cultural.
No domingo 27, Bruno Mattos, Desembocado da JMV Rio, desenvolveu o tema: “Servir sem medo” tendo como inspiração a São Vicente de Paulo, ainda que o mesmo trouxe outros exemplos, como a Maria do Magnificat e o Cristo Servidor e Evangelizador dos Pobres; parafraseou o Papa Francisco, quando estimula os jovens a servir sem medo e recomendou aos presentes a atuarem observando os sinais dos tempos, como o fez Vicente de Paulo. Ainda que à tarde a programação trouxesse atividades esportivas, o encontro foi encerrado oficialmente ao meio dia, com uma missa presidida pelo Pe. Alexandre Nahass, CM – Diretor Provincial da JMV, e concelebrada pelo Pe. Gentil Pereira, PF – Desembocado.
O encontro foi revitalizante. O entusiasmo juvenil, o cuidado com que tudo foi preparado, pelo Conselho da JMV Rio, assessorado pela Ir. Rizomar Figueiredo, FC, demonstra a proteção de Maria sobre a Associação, que busca Amar como a Virgem, Ser como Jesus e Servir como São Vicente. Concluo esse relato com uma das histórias de Dom Gregório, que diz sobre um garotinho que esperava, em casa, com duas maçãs, seu pai voltar do trabalho. Uma vez em casa, o menino perguntou se o pai aceitava uma das maçãs, o pai respondeu que sim, a criança mordeu uma e outra maçã, e em seguida entregou uma ao pai, que ficou atônito e quis saber se era isso que ele o tinha ensinado “dá fruta mordida aos outros”... e o menino dirigindo-se ao pai disse que tinha provado as maçãs para lhe ofertar a mais doce. Assim também, Jesus teve muitas experiências aqui na terra, mais quis entregar à Família Vicentina a ação mais nobre, servir e evangelizar os pobres.
Apostolado com
burgueses e Calvinistas. Opõe-se ao Jansenismo.
Conferencista - Movimenta-se, organiza,
escreve cartas e regulamentos.
Direção espiritual – a
família dos Gondi, Luisa de Marillac e algumas Congregações religiosas.
Fundadorda: Confraria da Caridade, Companhia
das Filhas da Caridade, Congregação da missão
UM APAIXONADO PELA PAZ
Um grande quadro enfeita quase sempre
as casas das(os) filhas (os) do Padre Vicente: uma obra de João Francisco de
Troy, datada do século XIX. Nela se vê o Padre Vicente sentado perto da Rainha
Ana d'Áustria, do Cardeal Mazarino, 1º Ministro, do Chanceler Séguier, do
Delfim Luís XIV, do Senhor Padre Charton, grão-penitenciário de Paris... Assim
é composto o Conselho de Consciência, para tratar dos assuntos referentes à
vida moral e religiosa do país. Nosso santo dele participa de 1643 a 1653. Sua
ação é ele "ministro sem pasta", mas de uma atividade de apoio e de
felizes conseqüências. É preciso fiscalizar a publicação de livros, acabarem
com as comédias licenciosas, fazer campanha contra o duelo, a blasfêmia. Zela,
sobretudo, pela distribuição eqüitativa e séria dos benefícios e nomeações
episcopais. Está aí seu verdadeiro talento, a própria revelação ele seu gênio.
Também intervém na querela jansenista, conseguindo 88 assinaturas de bispos
contra as cinco proposições do Augustinus. Ao mesmo tempo, conserva-se fiel ao
Abade de Saint-Cyran que sabia ser dos Baixos Pirineus e nascido no mesmo ano
que ele.
Vicente tenta a política. Mas, opõe-se
a Mazarino. Com coragem, obstinação, chega a exigir sua saída do cargo. O
Cardeal não lhe perdoará tomar partido contra ele na Fronda dos Príncipes. A
Juta torna-se púb1ica em 1654-1655. Fiel à família de Gondi, Vicente protege o
Cardeal de Retz, encarcerado com Vicentinos. Quando ele foge, parte para a
Espanha, depois para a Itália. São os primeiros Lazaristas que o escondem. Furioso,
o cardeal obtém de Luís XIV, o fechamento desta casa de Roma. Vicente permanece
impassível, aceitando o acontecimento com serenidade. Ana D’Áustria não se
envolve nesse tumulto e conserva toda a sua confiança em São Vicente. Um dia,
ela depõe nas mãos do Santo, perto de 18.000 libras de jóias para os seus
pobres.
Um de seus biógrafos observa:
"Ele teve na política um modesto sucesso; sua verdadeira missão estava em
outra parte." Soube, porém, encontrar inflexões lancinantes para falar ela
paz com este fino e cruel político que foi Mazarino. Sem perigo de redução,
pode-se dizer que ele se comprometeu pelos pobres. Seu amor por eles levou-o a
enfrentar riscos. neste sentido,é de uma modernidade espantosa e todos os não
violentos do mundo podem se reencontrar nele.
Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 6,60-69)
Na liturgia estamos
celebrando o ano B, ano de Marcos. Porém em ocasiões especiais, os evangelista Mateus, Marcos e Lucas dão
especo à João, que foi um dos
últimos evangelhos a ser escrito.
João descreve sempre com interesse as reações dos ouvintes com Jesus. Anteriormente analisou
as atitudes de:
1.Um doutor da lei (Jo 3) – Nicodemos;
2.Uma mulher do povo (Jo 4) – A Samaritana;
3.Um funcionário (Jo 4,43-53) – Oficial do
rei e
4.E hoje a reação dos
que acompanham Jesus mais de perto – os discípulos.
A Palavra proclamada nos
apresenta o dilema: Crerou não Crer
Jesus vai esclarecendo quem
ele é, e o que implica dizer sim a seu projeto que é o projeto do Pai. Muitos
não têm força para aceitá-lo e vão-se embora. Alguns exclamam: “Essa
linguagem é dura; quem pode entendê-la?”Isso implica vacilo diante do discurso de Jesus que convida a sair
de si mesmo para seguir a Deus; a suspender a carne para viver no Espírito, não
se fixar no mundo, mas nas coisas do eterno.
Meditando essa Palavra, lembrei da realidade do que é ser cristão
aqui no Brasil e ali na Europa - onde tive a oportunidade de viver tempos
atrás. As igrejas nem sempre eram cheias, mas as poucas pessoas que iam à missa
estavam convictas da sua fé, ou seja, acreditavam na Palavra, estavam porque
haviam aderido ao projeto de Deus em suas vidas.
Normalmente,
o que se ver hoje são pessoas que:
1.Preferem um Deus que lhes siga e não Deus a seguir;
2.Uma vida centrada na carne no temporal e
não no Espírito e no eterno;
3.Buscam um Deus mágico, imediato, fechando-se a
perspectivas de futuro e a esperança
de que no tempo certo a graça vai
acontecer, porque Deus não esquece de seus filhos.
Em outra passagem a Palavra
diz que
teu sim seja sim e teu não seja não, ou seja, Cristo exige uma decisão
da nossa parte. E esse sim ou esse não, não é apenas para a hora das horas (a
do aparecimento final diante de Cristo), mas é uma prática que perpassa toda a
existência humana, desde as decisões mais importantes até as pequenas escolhas
da vida.
Decidir
não é fácil, mas é necessário e tão presente em nosso dia a dia quanto o respirar. Esse momento mesmo que estamos vivendo é
fruto de uma decisão, estávamos todos noutros lugares e decidimos pelo sim
– vamos
à missa!Diante das palavras do
mestre alguns dos seguidores decidiram pelo não, mas o convite que fazemos
hoje aqui, após aproximadamente dois mil anos daquele episódio, é que nos
decidamos pelo sim, pelo seu seguimento, pela fé, pelo bem.
A
missa é um eterno apelo de Cristo - que se mostra constantemente, e por meio do
banquete da Palavra e da Eucaristia alimenta os fieis e os fortalece no seu
sim. Não tenhamos medo de nos aproximar
de Jesus; de escutar e anunciar a sua Palavra; de participar de seu
banquete - por meio do pão vivo; de sermos sinal visível de seu amor e de sua
misericórdia em nossas famílias, em nossa comunidade, em nosso dia a dia.
O
convite de hoje é a sermos pessoas de fé. Em cada eucaristia o
sacerdote apresenta o pão e o vinho anunciando “Eis o Mistério da Fé”, ou seja, só podemos compreender o que o
mesmo está realizando pelos óculos da fé. Outro raciocínio não vale nesse
momento.
Foi pela fé viva em Deus que
nossos antepassados aderiram o projeto do Pai em suas vidas. Na primeira leitura Josué, com toda a
sua família, e logo o povo reunido em Siquém escolheram o Senhor Javé em
detrimento aos deuses dos amorreus.
Sábio também, foi Pedro que, no evangelho de hoje, enxergou a salvação diante de si e a aderiu: “A quem iremos, Senhor!? Tu tens palavra de
vida eterna; nós acreditamos e conhecemos que és o Santo de Deus” Ter essa
guinada que teve Pedro, mas que algo sobrenatural, pois sabemos que a fé é
graça de Deus e que não podemos dizer “Senhor” se não for pelo Espírito, porém
mais que isso, está a vontade, a decisão de Pedro, a abertura dele as coisas do
auto, o deixar-se moldar pelo sobro do Espírito.
Reconhecer que Jesus era o messias naquela época não
era tarefa fácil, mas Pedro e outros insistiram no sim, e abraçaram as
consequências conflitantes e apascenteira de viver com Jesus.
O discurso duro que a Palavra
nos sugere hoje, faz-nos lembrar que a conversão
nunca é uma operação sem dor. Porque escolher algo implica em preterir
outro, de forma que nem sempre é fácil, porém quando a opção é por Deus e pela
edificação do reino o fardo fica suave e o jugo leve. Isso também nos faz
lembrar do provérbio popular que diz “o pouco com Deus é muito e o muito sem
Deus não é nada”.
A segunda leitura nos remete ao mistério do amor que une marido e
mulher e o compara com a relação de Cristo com sua esposa – a Igreja.
Ensinando-nos, mas que submissão de um para com o outro, o amor que deve reinar
entre os esposos, que passam a ser uma só carne, assim como a Igreja, que aderindo
a Cristo passa a ser, uma com Ele.
E para concluir uma pergunta: Quem é o cristão? É aquele que escolhe
a Cristo e o segue. E decidir-se por Cristo, implica acolher os mistérios e
ações de fé que nele se encerra. Sendo necessário assim a:
1.Ser educado no
pensamento de Cristo;
2.Ver a história como
Ele a ver;
3.Optar pelo que ele
optou;
4.Amar como ele nos
ama;
5.Esperar como ele
ensina e
6.Viver nele a
comunhão com o Pai e o Espírito Santo.
Louvado
seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre louvado!
REFERENCIA:
Missal
Dominical – Missal da assembleia cristã. São Paulo: Paulus, 1ª Edição,
1995.