terça-feira, 18 de abril de 2017

MISSÃO DE SEMANA SANTA EM IMBITUVA – PR


A semana santa é o momento mais forte do cristianismo católico apostólico romano, que tem como base a festa de todas as festas, a Páscoa do Senhor, quando se faz memória da Paixão e Ressurreição de Jesus Cristo. A cada ano, nesse período ocorrem em diferentes lugares do mundo missões, realizadas inclusive por estudantes em período de formação para o ministério ordenado. O Seminário Interprovincial de Filosofia Nossa Senhora das Graças de Curitiba – PR aderiu a causa e enviou para quatro paróquias do Estado, seus 22 seminaristas, a saber: Colônia São Pedro II, Imbituva, Prudentópolis e São Gerônimo da Serra.

Uma vez nas paróquias os enviados foram alocados em comunidades diversas. Os que foram à paróquia Santo Antônio de Imbituva estiveram organizados da seguinte forma: Alexandro serviu na comunidade de Lontrão; Cleber, Vila Zezo; Michel, Jardim Esperança, Mildenberg e Mateus, Valinhos, e Noel, Tangará.

Ademais das atividades próprias do tríduo pascal, os missionários acompanharam os padres vicentinos daquela paróquia – Eder, Gilson, Leopoldo e Pedro em diferentes comunidades no sábado e no domingo de ramos, bem como, de segunda a quarta-feira santas visitaram escolas, asilos, rádios e famílias onde ministraram bênção, anunciaram a Palavra e falaram sobre páscoa e vocações. Três deles, que ficaram na sede do município, participaram com os padres, da missa da unidade na Catedral Nossa Senhora Santana em Ponta Grosa – PR.

A missão foi um tempo forte de formação e fortalecimento vocacional para os estudantes, que se empenharam em praticar o estudado no seminário. O povo também se alegrou com a presença dos seminaristas nas comunidades, oportunidade de aprender e também ensinar. A troca de experiência foi salutar e benéfica para ambos os lados. A missão terminou, mas a luta continua, testemunhar o ressuscitado é o legado por essa deixado. Assim, povo e missionários voltando às suas galileias levam impressos em seus pensamentos palavras e gestos a certeza de que Ele vive.  

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Complexo Santuário do Caraça - MG Brasil


Parafraseando Dom Pedro II, “só a ida ao Caraça, valeu a pena a viagem a Minas Gerais”, assim que não apenas nós, mas todos os apaixonados por história, natureza, tranquilidade, comida boa e paz de espírito podem ir ao local e desfrutar das maravilhas que o Complexo Santuário do Caraça encerra. 

Eu já tive a sorte de estar no Caraça algumas vezes, cada retorno renova-se em mim planos de futuras visitas ao mesmo. O complexo, pertencente à Província Brasileira da Congregação da Missão (PBCM), o local leva esse nome pelo fato de reunir nos 11.233 hectares da Reserva Particular do Patrimônio Natural (IBAMA Portaria 32/96-N) um centro de espiritualidade e missão, cultura e educação, conservação e preservação ambiental de lazer e turismo somado às sugestões de atividades que o lugar oferece.

O Santuário localiza-se há 120 km da capital mineira Belo Horizonte, e já conta com mais de 240 anos de história, iniciada em 1768 quando Irmão Lourenço de Nossa Senhora - membro da Ordem Terceira de São Francisco, adquiriu a sesmaria do Caraça construiu ali uma ermida dedicada a Nossa Senhora Mãe dos Homens. Ir. Lourenço faleceu em 1819 com o sonho de que o Caraça se tornasse uma Casa de Missão, desejo esse implícito no testamento onde também entregava todos os seus bens a D. João VI, rei de Portugal, que por desígnios da Providência, em 1820, entregou a herança aos padres da Congregação da Missão, recém-chegados ao Brasil, Leandro Castro e Antônio Viçoso*. Uma vez no local os missionários abriram um colégio com a ajuda do noviço João Garcez, que se tornaria o primeiro padre da CM do Brasil, logo ali foi instalado um seminário (1863), mas com o incêndio que sofreu em 1968, o local foi reaberto como Centro de Peregrinação, Cultura e Turismo, tal como segue hoje.    

A atual estrutura foi sendo construída pouco a pouco no decorrer de todos esses anos, um destaque especial para o presente Templo do Complexo que substituiu a ermida. Em 1880, Pe. Jules Clavelin, CM começou sua construção, que traz um estilo gótico, e conserva dois altares da capela anterior localizados à direita e à esquerda de quem entra na igreja, seu pátio externo  ocupa o lugar do antigo cemitério, passando os mortos a serem enterrados nas catacumbas debaixo da igreja; a torre tem 48 metros de altura construída de pedra tirada do Caraça; os sinos de até 180 kg datam de 1792; a imagem de Nossa Senhora das Graças no dorso frontal da torre foi colocada em 1880, 50 anos das aparições da Santíssima Virgem em Paris - França; as mãos cruzadas aludem a irmandade franciscana de Ir. Lourenço; a cruz no alto da torre traz uma relíquia da cruz de Cristo, o relógio tem mecanismo sofisticado. Vale salientar ainda que o altar principal sobrepõe a uma relíquia insigne (corpo inteiro) do soldado romano São Pio Mártir (Vindo de Roma, em 1797), que na lateral esquerda pode ser contemplada o famoso quadro da Santa Ceia, do Mestre Ataíde (1828), e cinco vitrais franceses, um deles, doado pelo imperador Dom Pedro II, que mostram passagens da vida de Cristo a fim de que inspirasse os jovens formandos que os contemplassem no santuário, e claro a imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens – peça única, vinda de Portugal, que quando restaurada em 1990 foi encontrada uma relíquia com a seguinte oração: 

“Ó Maria Santíssima, Mãe da Misericórdia e dos pecadores, aqui está a vossos pés o menor de todos e o mais índigo filho – Alexandre – escravo vosso. Lançai, minha mãe e Senhora, sobre a alma desse enorme pecador, a vossa santíssima bênção e ponde-me os vossos piíssimos olhos e intercedei por nós a vosso Santíssimo Filho, meu Deus de Amor e Misericórdia”.


As atrações do Complexo do Santuário do Caraça são bastantes a ponto de não comportar nesse artigo, estas vão desde o museu, centro de visitantes, loja de conveniência, biblioteca, restaurante com o melhor da gastronomia mineira, os jardins, os aconchegantes aposentos, o clima próprio da serra, as trilhas, laboratório a céu aberto para instituições de ensino interessadas na biodiversidade encontrada na sua fauna e flora, e como não poderia faltar, o encontro com o lobo-guará que há 36 anos, cada noite, permite o Caraça assistir a um ritual mágico, quando o mesmo vem comer no adro da igreja. 

*Vale salientar que os primeiros padres lazaristas a virem ao Brasil foram: Pe. Manoel de Brito que foi reitor do seminário São José do Rio Comprido - RJ de 1810 a 1813, Pe. José Cardoso de Brito seu sucessor de 1813 a 1814 e Pe. Alexandre Macedo, que autorizado pelos seus superiores, serviu como Procurador da Corte do então Príncipe Regente de Portugal, D. João VI, vindo ao Brasil fugido da ameaça de Napoleão Bonaparte, em 29 de novembro de 1807. (cf. SOUZA, Maria Rebouças de “Ir. Rosalie”. História das filhas da caridade da província do Rio de Janeiro – Brasil 1849 – 2003. Ed. Vozes, Petrópolis – RJ, 2016) 

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Cidade Maravilhosa


O epíteto que carrega essa cidade, por vez esconde as mazelas comuns dos grandes centros urbanos de muitos países como o Brasil – as comunidades dos morros, que ao fundo contornam os arraias-céus visto das principais vias, marcam a desigualdade social, porém que, de fato, é uma cidade admirável, sim, ela é! Rio de Janeiro, da Garota de Ipanema, dos calçadões de Copacabana, dos maiores espetáculos multitudinários do planeta – réveillon e carnaval, dos grandes clubes de futebol (Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense...), das praias e dos monumentos e pontos turísticos como o Cristo Redentor. 


Um mês, ou, sem querer exagerar, um ano, é pouco para desfrutar das diversas oportunidades de vivências que oferece a cidade do Rio de Janeiro. Eu, particularmente, tive a sorte de estar no Rio por algumas vezes, por tempos consideráveis. Cada vez que vou ali, tento explorar ao máximo do que a cidade dispõe, porém muito ainda resta por conhecer. É certo que alguns lugares da cidade já visitei mais de uma vez, o Cristo por exemplo. Primeiro pelo viés mistagógico que o monumento emprega, depois por estar acompanhado de pessoas que pela primeira vez vão a cidade, e desfrutar da estada com o Cristo, mas que parte de um roteiro, é um privilégio.   


Minha primeira visita à Capital Fluminense se deu em novembro de 2012, quando participei do I Encontro Nacional dos Jovens Desembocados, ali tive a oportunidade de explorar a cidade acompanhado de uma pessoa que considero muito, Gorette Timbó. A mais recente, data de janeiro de 2017, com os meus irmãos de seminário, pertencentes as províncias do Rio e do Sul.   


Dessa vez, além do Rio capital, estendi o passo até Niterói, de onde os niteroienses dizem ter a melhor visão do Rio. No Estado já vivi momentos ricos de fortalecimento da fé e de promoção do Reino. Talvez a experiência mais impactante tenha sido a Jornada Mundial da Juventude em 2013, onde pudemos ser conduzidos pela autoridade eclesiástica e civil do Papa Francisco, a quem o prefeito local entregou as chaves da Cidade. Em Petrópolis (2015) compartilhei a experiência das Jornadas da Juventude Mariana Vicentina, e em Japeri (2016) e Campo Grande (2017) servi nas Santas Missiones Populares Vicentinas. 
A vivacidade que a cidade emprega contagia, atrai e congrega cariocas e estrangeiros. Ela é multicultural e atende os diferentes gostos. Reúne em si praia, serra, complexo urbano e floresta (Tijuca – a maior floresta urbana do mundo). Rio é o maior destino turístico internacional da América Latina, a cidade brasileira mais conhecida no exterior, a 2ª maior metrópole do Brasil (depois de São Paulo), a 6ª maior da América e a 35ª do mundo. Parte da cidade foi designada Patrimônio Cultural da Humanidade, com o nome "Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar" (2012). Eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas, Rock in Rio, JMJ, etc., favoreceram o crescimento, estruturação e visibilidade da cidade fazendo-a, cada vez mais, Maravilhosa!     

       

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Santas Missões Populares Vicentinas - RJ Brasil 2017


Santas Missões Populares Vicentinas 
Paroquia Nossa Senhora da Conceição do Monteiro
Campo Grande, RJ Brasil - 2017
Foto Oficial das SMPV, RJ - 2017
Cerca de sessenta missionários, oriundos dos regionais da Família Vicentina do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte, como também os seminaristas das províncias do Rio e do Sul da etapa da filosofia, que residem em Curitiba, celebraram, entre os dias 14 e 28 de janeiro de 2017, as Santas Missões Populares Vicentinas (SMPV) na Paróquia Nossa Senhora da Conceição do Monteiro, situada na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A paróquia missionária é composta por nove comunidades distribuídas em quatro setores, seguindo assim o modelo de rede de comunidades. Neste ano, as SMPV atingiram dois setores e cinco comunidades. No setor Cantagalo, as comunidades missionadas foram: Nossa Senhora de Fátima e Santa Luzia, São José de Anchieta e São Sebastião; Já no Setor Jardim Monteiro: São Vicente de Paulo e São Paulo Apóstolo. Para atender às demandas, os missionários foram divididos em cinco equipes.

A realidade sócio-político- econômica é bem diversificada. Em um primeiro olhar nota-se uma enorme e plural área comercial, contendo até mesmo um shopping. No que se refere às moradias, há condomínios, casas luxuosas, casas de veraneios, sítios; mas através de um olhar mais profundo da realidade, constata-se uma enorme quantidade de casebres, ruas sem asfalto, sem saneamento básico e com esgoto a céu aberto, bem como casas em áreas de risco. Não há uma presença atuante do estado, faltando assim, as condições necessárias para uma vida digna, sobretudo para a população mais carente. Os postos de saúde, por exemplo, são insuficientes e quase que inoperantes, apontando para o grande colapso que a “cidade maravilhosa” vive, afetando principalmente os moradores dos subúrbios. No que se refere à violência, não parece ser um local perigoso, se comparado a outras regiões, no entanto a “ordem” é mantida por milicianos. Durante estes dias, várias atividades foram realizadas, como visitas domiciliares, encontros com crianças, jovens, adultos, família, lideranças, celebrações eucarísticas, celebrações com a unção dos enfermos, celebração da misericórdia com confissões, adoração eucarística, tarde de espiritualidade, procissões, círculos bíblicos, noite cultural, confraternizações. Tivemos a oportunidade de festejar o padroeiro de duas comunidades, São Sebastião e São Paulo Apóstolo, como também os 400 anos de nosso carisma.

Podemos destacar e louvar a Deus o testemunho de todos os missionários, tantos os nossos, como os locais, que não mediram esforços, enfrentando o sol quente, as altas temperaturas, as longas caminhadas para anunciarem, com alegria, zelo e fé, o Reinado de Deus. As visitas domiciliares nem sempre foram marcadas por uma acolhida fraterna, sendo que poucas casas abriam as portas, em outras éramos atendidos nos portões e uma pequena quantidade nos convidávamos para entrar. Mas nenhum obstáculo impediu a realização destas missões.

Várias pessoas e instituições favoreceram, direta e indiretamente, o bom êxito das missões, disponibilizando aquilo que era necessário. Um exemplo disso foi a presença constante do pároco, Padre André, um homem louvável, que dá um belo testemunho de pobreza e favorece aquilo que o Concílio Vaticano II, o Documento de Aparecida – que neste ano completa 10 anos – apontam e o Papa Francisco tanto nos incentiva: uma Igreja ministerial, em rede de comunidades, pobre, acolhedora, servidora, missionária, em permanente estado de conversão, em constante saída, que anuncie a Boa-Nova de Jesus Cristo, que escute os clamores da humanidade e que lute por justiça e paz. Outro fator favorável foi a comunidade das Filhas da Caridade que nos acolheu, no Colégio Rural São Vicente de Paulo, favorecendo um ambiente acolhedor, confortável, familiar e fraterno. Enfim, muitas pessoas dedicaram seu tempo nos trabalhos da cozinha, dando o melhor de si e provendo uma alimentação de qualidade para nossos missionários.

Ao encerrarmos este período das SMPV, o nosso coração fica radiante por todas as bênçãos e graças que Deus nos concedeu, fortalecendo a todos e nos conduzindo, com seu Santo Espírito, ao encontro dos nossos irmãos e irmãs, possibilitando-nos participar de suas alegrias e tristezas, angústias e esperanças. As sementes foram lançadas. Sabemos que há muito a ser feito, que a missão não termina e que é extremamente necessário que cada batizado se encontre com Jesus e dê o testemunho alegre do seu Evangelho, talvez este seja o fruto maduro a ser colhido. Agora cada um retornando para suas casas, suas comunidades, continuarão sendo sal da terra e luz no mundo, para continuar anunciando o amor e misericórdia de Deus.

Com as graças de Deus, no próximo ano, estaremos aqui, em Campo Grande – RJ, novamente para continuarmos a celebrar as SANTAS MISSÕES POPULARES VICENTINAS.

Elpídio Júlio Cardoso (2º ano de filosofia CMPS)
Hugo Silva Barcelos, CM (4º ano de teologia PBCM)

Marlon Antônio Alves da Silva (2º ano de filosofia CMPS) 

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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Feliz Natal! Merry Christmas! ¡Feliz Navidad!


"O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se abraçarão. A fidelidade das pessoas brotará da terra, e a justiça de Deus olhará lá do céu. O Senhor Deus nos dará o que é bom", (Sl 85,10‭-‬12a) o Menino Jesus, nosso Salvador.
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!


"Mercy and truth are met together; righteousness and peace have kissed each other. Truth shall spring out of the earth; and righteousness shall look down from heaven. Yea, the LORD shall give that which is good; and our land shall yield her increase", (Psalm 85,10-12a) the Child Jesus, our Savior. 
Merry Christmas and a Happy New Year!


"La misericordia y la verdad se encontraron; la justicia y la paz se besaron. La verdad brotará de la tierra, y la justicia mirará desde los cielos. Yahvé dará también el bien" (Sl 85,10-12a), el Niño Jesus, nuestro Salvador. 
¡Feliz Navidad y próspero Año Nuevo!

Jericoacoara, como nunca!


Cotada entre as 04 melhores praias do mundo, pelo huffingtonpost, Jericoacoara, que fica a 300 km de Fortaleza, continua reunido beleza, natureza, tranquilidade, segurança, serviço e qualidade de vida aos moradores da então pacata vila de pescadores aos milhares de visitantes que continuamente passam pela vila a fim de desfrutar do melhor que a mesma pode oferecer. 



O potencial turístico da vila é extraordinário. Sol e calor o ano todo, local ideal para qualquer um que queira quebrar a rotina e mergulhar no mundo de possibilidades que a pequena vila de Jericoacoara oferece.

O serviço desde as pequenas pousadas até os grandes rostales é de qualidade e atende todo tipo de bolso e gosto. O povo pobre do lugar ganha também com isso, pois sempre tem empregos e estão sempre em conato com pessoas de diversos locais do mundo, enriquecendo-se também, culturalmente.




Os atrativos do local além da vila – que também integra parque nacional de preservação ambiental, limpa, ruas só em areia e postes - o que realça suas luminárias das casas, lojinhas e restaurantes à noite, a pracinha central, barzinhos com som ao vivo, fogueira e barraquinhas de drinks a beira mar, roda-de-capoeira, a igreja dedicada a Nossa Senhora de Fátima, etc.. Jeri oferece:


Duna do Pôr do Sol, Lagoa do Paraíso, Praia de Jericoacoara (central e periféricas: Mangue Seco, Malhada, Preá, etc.), Pedra Furada (Símbolo do local), Árvore da Preguiça, Passeios diversos (Motorizados: buggy, off-road, quadriculo, 4WD... e tração animal: carroças e a cavalo, além de barcos), Farol do Serrote, Lagoa Azul, Esportes aquáticos (Surfe, windsurfe e kitesurfe – com escola e aluguel de material), passeio de Tatajuba, Duna do Funil e Canoa pelo rio Coreaú para ver cavalos marinhos, Comida e bebida desde regional a gourmet, Spas, etc. 


 
Sempre que posso dou uma passada por Jeri. A cada visita você se surpreende com a quantidade e qualidade dos serviços. Para mim é a melhor praia do mundo. Sua particularidade atrai durante todo ano turistas do mundo todo, porem os períodos de alta estação, réveillon e carnaval são bastante procurado o que encarece a praia, porem dando uma garimpada você entra preço acessível para se divertir em Jeri. 


Por duas vez, já escrevi sobre Jeri em meu blog. Confira: