quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Missão do Japão 23/02/2025: 7º Domingo do Tempo Comum | ANO C (Lc 6,27-38) Homilia



A leitura do evangelho de hoje nos fala sobre o mandamento de Jesus de amar o próximo, os inimigos e orar por aqueles que nos perseguem.

 

Certamente, até Jesus concordaria que esse mandamento não é fácil de seguir. De fato, é um mandamento exigente. Porque, a rigor, nossa tendência humana é priorizar a nós mesmos, antes de qualquer outra pessoa.

 

Embora eu concorde que esse mandamento, de amar o próximo como a nós mesmos e amar os inimigos e perseguidores, certamente não é uma coisa fácil de fazer, acredito, porém, que não é impossível.

 

Porque se esse mandamento fosse impossível de ser cumprido, como poderíamos obedecer? Como poderíamos seguir Seus mandamentos?

 

Eu mencionei que, humanamente falando, isso será difícil e aparentemente impossível de ser feito.  /Mas, embora sejamos seres humanos, não nos esqueçamos de que, em virtude de nosso batismo, recebemos as qualidades do Divino.

 

Como Deus está presente em nós, essas qualidades também estão presentes e, portanto, elas nos ajudam a tornar possível em nossa vida o mandamento de amar nosso próximo e nossos inimigos.

 

Somos filhos de Deus. E como Seus filhos, parte de Sua expectativa em relação a nós é que O imitemos. /Se não vivermos de acordo com Seus exemplos, não poderemos ser chamados de verdadeiros filhos d’Ele.

 

Amar nosso próximo como a nós mesmos, creio eu, não significa literalmente comprar coisas materiais ou mimá-los, como talvez demonstremos nosso amor por nós mesmos.

 

Mas, significa respeitá-los da mesma forma que respeitamos a nós mesmos. Tratá-los bem, da mesma forma que tratamos a nós mesmos. Evite machucá-los, porque as pessoas que estão em seu juízo perfeito não machucariam a si mesmas.

 

Da mesma forma, amar seus inimigos não significa literalmente dar uma festa, dar-lhes presentes em ocasiões especiais, etc.

 

Significa, inicialmente, mesmo que eles sejam considerados inimigos, não orar para que algo ruim aconteça a eles.

 

Como cristãos, não devemos amaldiçoar as pessoas quando elas estão contra nós ou nos fizeram algo errado.

 

Não recorramos à vingança ou à violência, mas à oração. Devemos orar por sua conversão, por sua realização e por sua humildade.

 

O amor ao próximo é sempre uma marca distintiva de um cristão. Amém.

domingo, 26 de janeiro de 2025

Santas Missões Populares Vicentinas em Itapuã do Oeste – RO, 2025


 

A Paróquia N. Sra. Lourdes de Itapuã do Oeste–RO, região amazônica, conduzida pelos coirmãos, Pe. Paulo Silva, CM (Superior), Pe. Alex Reis, CM (Pároco) e Pe. Adriano Pires, CM (Ecônomo), recebeu às Santas Missões Populares Vicentinas como parte da celebração oficial da PBCM dos 400 anos da fundação da Congregação da Missão.


 

A missa de acolhida e envio dos missionários aconteceu dia 16, às 19h30, na igreja de N. Sra. Lourdes em Itapuã. Na oportunidade, a paróquia acolheu também a relíquia e imagem peregrina de São Vicente de Paulo, quando eu expliquei que tanto essas missões quanto a visita da imagem são atividades que aludem aos 400 anos de fundação jurídica da Congregação da Missão a ser cumprido no próximo dia 17/04/2025, bem como explicou que o Papa Francisco concedeu à Congregação indulgências plenárias, podendo adquiri-las os fiéis que realizarem: a) confissão sacramental, b) comunhão eucarística, c) oração pelas intenções do Sumo Pontífice e d) trazer no coração verdadeiro arrependimento e recusa de qualquer pecado. Depois da missa, os missionários: Mirna, Selene, Ir. Janaina, Fráter Dominikus, Pe. Ezequiel, Pe. Paulo, Pe. Vanderlei e eu (Pe. Cleber), fomos levados até as comunidades da paróquia, onde desenvolvíamos nossos trabalhos.


 

Ao Fráter Dominikus e a mim, tocou a zona rural de Itapuã, que, no Estado, é conhecida por “linha.”

  • No dia 17/01/2025, acompanhados pelos anfitriões e missionários locais, Lucimar e Dilei, visitamos 10 famílias e à tardinha, rezamos um terço na Comunidade N. Sra. Fátima.
  • No dia 18, também acompanhados por Lucimar e Dilei, visitamos 05 famílias, e à noite reunimos os fiéis na capela Cristo Redentor para formação sobre Liturgia com a participação de 12 pessoas.
  • No dia 19, rezamos missa, às 10h, seguida de almoço partilhado, encerrando assim às santas missões na comunidade Cristo Redentor. Depois do almoço, nos dirigimos para a Comunidade N. Sra. dos Migrantes. Já no local, rezamos também a missa do domingo, com a comunidade Migrantes, às 17h.
  • No dia 20, acompanhados pelo missionário local, Nelson, visitamos 10 famílias. Às 19h nos reunimos na casa da dona Leide e do senhor Valdemar para rezar um terço.
  • No dia 21, na companhia do senhor Benedito e de sua filha Neide – coordenadora da comunidade, visitamos 04 famílias, fomos em outras casas, mas estavam fechadas. Às 19h, ministramos formação sobre a Liturgia com a participação de 15 pessoas.
  • No dia 22, o senhor Odelino nos guiou pela linha azul, onde visitamos, com sua esposa e nora, 06 famílias, uma casa não podemos visitar, pois estava fechada. Às 19h, ministramos formação sobre a Celebração da Palavra em Migrantes, com a participação de 12 pessoas. Momentos em que também agradecemos a oportunidade de servir e nos despedimos da comunidade. Neste dia, nos unimos à Leidiane, uma de nossas anfitriãs, na Migrantes, para rezar um terço pelos jovens. Esse terço é uma atividade pastoral espiritual de iniciativa do Pe. Alex Reis, CM, pároco de Itapuã, que reúne pessoas de diferentes locais em “Torres de Intercessão.” As torres ou grupos de intercessão são formados por pessoas, especialmente convidadas pelo Pe. Alex, que rezam pedindo por uma dimensão específica da sociedade e/ou da igreja. Conforme dona Joice: “Cada torre deve ter pelo menos 07 pessoas, de modo que corresponda um terço por semana. Cada grupo tem a pessoa que é a torre e os intercessores. Cada torre reza por uma intenção: jovens, vocações, paroquianos, famílias, etc. Todos rezam e postam no grupo de WhatsApp que cumpriram a tarefa. A pessoa responsável pela torre e/ou o padre agradece e motiva o grupo a seguir sua missão.”
  • No dia 23, com Nelson, retornamos a duas residências, uma que estava fechada e outra onde havíamos rezado o terço, ali fizemos a visita com aspersão de água benta como de costume. Logo tivemos o almoço de despedida na casa da Natália, foi uma cerimônia mais privada, uma vez que não se podia fazer na comunidade com a presença de mais pessoas, já que tinham alguns casos de COVID-19 na região. Às 14h, retornamos à Itapuã.

Os outros três grupos de missionários fizeram um trabalho semelhante em outras áreas. O grupo que permaneceu na sede paroquial chegou a formalizar a criação de um núcleo das Missionários Leigos Vicentinos – MISEVI.

 


A realidade missionada é bastante acolhedora. Ainda que tenha uma presença grande de evangélicos, ou por ser dias feriais e estarem ocupados com seus afazeres. Fomos bem recebidos. Os residentes são provenientes do Paraná, São Paulo, Minas Gerais ou Bahia. A região apresenta boa condição social, econômica, cultural e até religiosa; ainda que também tenha uma realidade de pobreza latente. Um povo trabalhador, aberto ao novo e agradecido pela presença diferenciada dos Padres e Irmãos Vicentinos na Paróquia. Encontramos pessoas dispostas a fazer um Reino de Deus acontecer.


 

No dia 24/01/2025 a coordenação local preparou para os missionários de fora um passeio à Porto Velho: visita ao Memorial Rondon, Catedral Diocesana, complexo Madeira-Mamoré e passeio de barco pelo rio Madeira.

 


No dia 25, retiramo-nos a um sítio nas imediações da cidade de Itapuã, para fazer a avaliação das missões, seguida de um almoço no local. À noite, tivemos a missa de encerramento desse tempo de missões com a presença de representantes de todas as comunidades ou linhas missionadas, que prestaram uma homenagem aos missionários. Na missa, o presidente Pe. Adriano fez alusão ao aniversário de fundação carismática da Congregação da Missão: 408 anos, agradeceu pela visita da relíquia e imagem peregrinas de São Vicente de Paulo, pedindo que eu explicasse um pouco sobre a veneração às relíquias.

 


Em poucas palavras externei que na Igreja Católica ,as relíquias são objetos preservados para efeitos de veneração, são partes do corpo de um personagem sagrado. A primeira relíquia cultuada na história foi a de São Policarpo (Turquia, 156) Na Idade Média, período de construção de catedrais, o culto das relíquias atingiu o seu auge. As relíquias são classificadas em 1ª Classe: parte do corpo de um santo (ossos, cabelo, sangue, etc.); 2ª Classe, objetos pessoais de um santo (roupa, um cajado, os pregos da cruz, etc.), ou 3ª Classe, inclui pedaços de tecido que tocaram no corpo do santo ou no relicário onde uma porção do seu corpo está conservada. É proibido, sob pena de excomunhão, vender, trocar ou exibir para fins lucrativos relíquias de primeira e segunda classe. Conclui informando que há muitas relíquias de São Vicente de Paulo espalhadas pelo mundo: grande parte de seu corpo está na capela da Casa Mãe da Congregação da Missão em Paris; seu coração, na Capela das Aparições de N. Sra. das Graças também na França; o fragmento em sangue do Santo, agora em exposição, foi trazido de Paris (França) ao Brasil pelos Padres Lazaristas (Missionários Vicentinos), no final do século XIX e atualmente está sobre a responsabilidade do Colégio São Vicente de Paulo, Rio de Janeiro - RJ.

 


Na manhã do dia 26, a primeira leva de missionários retornou às suas casas em Belo Horizonte – MG. Eu, com os demais padres missionários e a Ir. Janaina, FC ficamos um pouco mais, participamos da missa de envio do Pe. Adriano, que passaria a servir na formação dos nossos em Belo Horizonte. 



Eu tive a alegria de fazer a homilia dessa missa, discorrendo sobre o Domingo da Palavra de Deus e a Missão de Jesus que também é nossa, bem como agradeci a Deus, a PBCM e a Paróquia de Itapuã pela realização das missões e pela vocação do Pe. Adriano, CM.


A missão popular vicentina nas linhas de Itapuã do Oeste foi uma experiência de fé, partilha e presença do amor de Deus junto a Seu povo. Vimos caridade em tudo, no abraço acolhedor dos coirmãos, na disponibilidade em servir dos missionários locais, nas diferentes iguarias preparadas pelas famílias para alimentar bem os missionários. Acreditamos que nossa presença fortaleceu a esperança do povo em dias melhores; onde a bênção de Deus veio, encontrou lugar e ficou, contemplando com Sua graça a todos que vivem com alegria os jubileus dos 400 anos de fundação jurídica da Congregação da Missão e da Igreja, revestidos de Cristo e peregrinando em Sua esperança. 















quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Missão do Japão 12/01/2025: Batismo do Senhor, Festa | Domingo| ANO C (Lc 3,15-16.21-22) Homilia



No domingo passado, celebramos a festa da Epifania de nosso Senhor.  Deus se mostrou ao povo por meio do menino Jesus.

Desta vez, Jesus está sendo apresentado a nós, não apenas como o Messias, mas como o Filho de quem o Pai se agrada. Jesus é apresentado como cheio do Espírito Santo e agora pronto para fazer e cumprir a vontade do Pai.

O batismo que Ele realizou com João Batista foi uma prova de Sua humildade. Ele sabia muito bem que o batismo de João era um batismo de arrependimento. Era um ato para pedir perdão pelos pecados cometidos.  Ele sabia que não era necessário, mas mesmo assim o fez.

Mas essa verdade não impediu Jesus de ser batizado por João. Isso não importava para Jesus, porque a razão e a sabedoria por trás dessa ação eram conhecidas por Ele.

Primeiro, era seguir a vontade do Pai. Segundo, foi para dar o exemplo de seguir a Lei de Israel como um verdadeiro israelita. Terceiro, foi para mostrar ao povo que, mesmo sem pecado, Ele estava aqui, aceitando e assumindo a responsabilidade pelos pecados do povo para redimir o povo.

Na festa de hoje do Batismo do Senhor, estamos sendo informados de como Jesus começou Sua missão da maneira certa. Com o Espírito Santo descendo sobre Ele, isso mostra que Jesus está muito cheio do Amor e da Orientação do Pai ao cumprir Sua obra de salvação.

Queridos irmãos e irmãs, assim como Jesus, nós também fomos escolhidos para nos tornarmos filhos de Deus.

Nós nos tornamos irmãos e irmãs de Jesus quando ocorreu o abençoado dia de nosso próprio batismo.

Durante esse evento importante, fomos feitos, ou melhor, tornarmo-nos herdeiros do Reino.

O Espírito Santo também veio e habitou em nós, criando-nos para sermos Templos do Espírito Santo. E por causa disso, certamente, também nos tornamos agradáveis ao Pai.

Agora, com o passar do tempo, depois do nosso batismo, você acha que ainda estamos agradando ao Pai? Fazemos somente as coisas que O agrada?

Podemos dizer honestamente que, como Jesus, temos sido filhos fiéis de Deus?

As graças de nosso batismo ainda estão agindo em nós?

Amém.

domingo, 5 de janeiro de 2025

Benção do Giz na Epifania

 


V/. A nossa proteção está no Nome do Senhor.

R/. Que fez o céu e a terra.


V/. O Senhor esteja convosco.

R/. Ele está no meio de nós.


Oremos

Abençoai + Senhor, está criatura, o giz, para que contribua à salvação do gênero humano e concede-nos que, pela invocação do teu santíssimo Nome, todos os que o utilizem ou escrevam com ele nas portas de sua casa os nomes de teus santos Gaspar, Melchior e Baltazar, por sua intercessão e seus méritos, recebam a saúde do corpo e a proteção da alma. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. 

R/. Amém.


Obs.: Aspergir com Água Benta.


*20 + C + M + B + 25* 


" *Christus Mansionem Benedicat* "

(Cristo abençoe esta casa)


💫 🐪

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Missão do Japão 05/01/2025: Epifania do Senhor, Solenidade | Domingo| ANO C (Mt 2,1-12) Homilia



Mais uma vez ouvimos, nesta festa da Epifania do Senhor,  o bonito relato da viagem dos três reis magos.  Isso foi para visitar e prestar homenagem ao recém-nascido Jesus.

Os três reis magos, ao saberem do nascimento de Jesus, procuraram por ele e, orientados pela estrela, encontraram o menino e seus pais em um lugar improvável para um rei.

Essa bela história nos fala de alguns pontos importantes a serem ponderados.

Primeiro, no momento em que os três sábios souberam do nascimento do rei recém-nascido, os três homens viajaram para longe em busca do menino Jesus. Isso nos ensina uma bela lição. O próprio Deus enviará uma “estrela” para conduzir até Ele, quem o busca O que é necessário é que o buscador siga o guia que Deus lhe enviou.

Em segundo lugar, depois de encontrar Jesus e experimentar Sua presença, os três sábios escolheram um caminho diferente para voltar a seus reinos. Porque voltar pelo mesmo caminho significaria perigo para o Menino Jesus. Isso nos ensina que, uma vez encontrando Jesus e experimentando a bondade deste encontro, nossa direção na vida deve ser mudada. Porque se ainda voltarmos a viver como antes, o perigo de voltar ao nosso antigo eu e o perigo de perder Jesus é uma grande possibilidade.

Terceiro, o nascimento do Senhor é uma bênção não exclusiva para aqueles que já são crentes. Os três reis magos eram pagãos, mas Jesus se mostrou a eles.  Sem forçar nossa crença em Jesus àqueles cuja fé é diferente da nossa, apresentamos nosso cristianismo por meio de nossas próprias boas obras simples e exemplos humildes.

Nesta festa da Epifania do Senhor, que sejamos lembrados de que, de fato, o próprio Jesus quer que O encontremos. Ele mesmo nos mostrará maneiras e meios de nos ajudar a encontrá-Lo. Quando O encontremos, permitamos que essa experiência nos mude e nos renove. E que essa bênção de renovação leve outros a descobrir e encontrar Jesus por meio de nós. Amém.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Jubileu 2025: Peregrinos da Esperança



Jubileu 2025: Peregrinos da Esperança

O Jubileu é um ano especial de celebração, cujas origens estão na Bíblia. A palavra “Jubileu” deriva do instrumento que se usava para indicar o seu início; trata-se do yobel, o chifre do carneiro, cujo som anuncia o Dia da Expiação (Yom Kippur). Um tempo marcado pela renovação espiritual, social e ecológica. Segundo o Livro do Levítico (25,8-13), o Jubileu era convocado a cada 50 anos e tinha como objetivo restaurar o equilíbrio na relação com Deus, entre as pessoas e com a criação. Nesse ano, eram praticados atos como o perdão de dívidas, a restituição de terras e o descanso da terra.

No cristianismo, Jesus, segundo o Evangelho de Lucas (4,18-19), anunciou a sua missão como uma proclamação do "ano da graça do Senhor", ecoando os ideais do Jubileu. A partir disso, a Igreja Católica adotou o Jubileu como um Ano Santo, um período para experimentar a transformação pela santidade de Deus.

O primeiro Jubileu oficial foi proclamado pelo Papa Bonifácio VIII em 1300. Inicialmente celebrado a cada 100 anos, sua frequência foi reduzida para 50 anos em 1343, depois para 25 anos em 1470. Também existem jubileus extraordinários, como o Ano da Misericórdia, proclamado pelo Papa Francisco em 2015.

Esses anos santos incluem rituais como a peregrinação e o ato simbólico de atravessar a Porta Santa, representando a conversão e o perdão. Participar no Jubileu permite aos fiéis obter indulgência plenária, promovendo a reconciliação com Deus e com o próximo.

A bula

Na bula de proclamação do jubileu ordinário do ano 2025, datada em 09/05/2024, o Papa Francisco nos diz: “Spes non confundit – ‘a esperança não engana’ (Rm 5, 5). [...] Penso em todos os peregrinos de esperança, que chegarão a Roma para viver o Ano Santo e em quantos, não podendo vir à Cidade dos apóstolos Pedro e Paulo, vão celebrá-lo nas Igrejas particulares. Possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, «porta» de salvação (cf. Jo 10,7.9); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda a parte e a todos, como sendo a ‘nossa esperança’” (1Tm 1,1).

Para ver documento na íntegra clique aqui!

Calendário dos grandes eventos do Jubileu em Roma

  • 24/12/2024: Início das celebrações com a Abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro pelo Papa Francisco na Missa do Natal
  • 24 Dezembro 2024: Abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro
  • 26 Dezembro 2024: Abertura da Porta Santa na prisão de Rebibbia
  • 29 Dezembro 2024: Abertura da Porta Santa de São João de Latrão
  • 1 Janeiro 2025: Abertura da Porta Santa de Santa Maria Maior
  • 5 Janeiro 2025: Abertura da Porta Santa de São Paulo Fora dos Muros
  • 24 - 26 Janeiro 2025: Jubileu do Mundo das Comunicações
  • 8 - 9 Fevereiro 2025: Jubileu das Forças Armadas, Polícia e Segurança
  • 15 - 18 Fevereiro 2025: Jubileu dos Artistas e do Mundo da Cultura
  • 21 - 23 Fevereiro 2025: Jubileu dos Diáconos
  • 8 - 9 Março 2025: Jubileu do Mundo do Voluntariado
  • 28 - 30 Março 2025: Jubileu dos Missionários da Misericórdia
  • 28 Março 2025: 24 horas para o Senhor
  • 5 - 6 Abril 2025: Jubileu dos Enfermos e o Mundo da Saúde
  • 25 - 27 Abril 2025: Jubileu dos Adolescentes
  • 28 - 29 Abril 2025: Jubileu das Pessoas com Deficiência
  • 1 - 4 Maio 2025: Jubileu dos Trabalhadores
  • 4 - 5 Maio 2025: Jubileu dos Empresários
  • 10 - 11 Maio 2025: Jubileu das Bandas Musicais e da Música Tradicional
  • 12 - 14 Maio 2025: Jubileu das Igrejas Orientais
  • 16 - 18 Maio 2025: Jubileu das Irmandades
  • 30 Maio 2025 - 1 Junho 2025: Jubileu das Famílias, das Crianças, dos Avós e dos Idosos
  • 7 - 8 Junho 2025: Jubileu dos Movimentos, Associações e novas Comunidades
  • 9 Junho 2025: Jubileu Santa Sé
  • 14 - 15 Junho 2025: Jubileu do Desporto
  • 20 - 22 Junho 2025: Jubileu dos Governantes
  • 23 - 24 Junho 2025: Jubileu dos Seminaristas
  • 25 Junho 2025: Jubileu dos Bispos
  • 25 - 27 Junho 2025: Jubileu dos Sacerdotes
  • 28 - 29 Julho 2025: Jubileu dos missionários digitais e dos influencers católicos
  • 28 Julho 2025 - 3 Agosto 2025: Jubileu dos Jovens
  • 6 Setembro 2025: A peregrinação da Comunidade LGBTQIA+, organizada pela associação italiana "La Tenda di Gionata". O Vaticano incluiu o evento no calendário, mas não apoia nem se opõe a ele.
  • 15 Setembro 2025: Jubileu da Consolação
  • 20 Setembro 2025: Jubileu dos Operadores de Justiça
  • 26 - 28 Setembro 2025: Jubileu dos Catequistas
  • 4 - 5 Outubro 2025: Jubileu dos Migrantes
  • 4 - 5 Outubro 2025: Jubileu do Mundo Missionário
  • 8 - 9 Outubro 2025: Jubileu da Vida Consagrada
  • 11 - 12 Outubro 2025: Jubileu da Espiritualidade Mariana
  • 31 Outubro 2025 - 2 Novembro 2025: Jubileu do Mundo Educativo
  • 16 Novembro 2025: Jubileu dos Pobres
  • 22 - 23 Novembro 2025: Jubileu dos Coros
  • 14 Dezembro 2025: Jubileu dos Reclusos
  • 6 Janeiro 2026. Fechamento da Porta Santa da Basílica Papal de São Pedro, no Vaticano, na solenidade da Epifania do Senhor.

Vale salientar que em 29/12/2024 dar-se-á início às atividades jubilares em todas as catedrais e concatedrais, pelos Bispos diocesanos, na Festa da Sagrada Família. O encerramento está previsto para o dia 28/12/2025, também na referida festa. Cada igreja local terá sua própria cruz do Jubileu.

Sinais do Jubileu

São sinais do Jubileu a Peregrinação, a Porta Santa, a Reconciliação, a Oração, a Liturgia, a Profissão de Fé, a Indulgência e a Caridade. No contexto do Jubileu não se poderá esquecer o convite do apóstolo Pedro: "Acima de tudo, mantende entre vós uma intensa caridade, porque o amor cobre a multidão dos pecados" (1Pe 4,8).  

Indulgências

É uma manifestação concreta da misericórdia de Deus, que transcende os limites da justiça humana e as transforma. Ela permite libertar o coração do fardo do pecado, para que a reparação devida possa ser dada em total liberdade.

Numa comparação simples: Se o pecado é uma erva daninha no campo da vida; com a confissão, corta-se a erva, deixando o campo limpo, mas a raiz fica sob a terra do coração. Com a indulgência, arranca-se a raiz, de modo que se limpa o exterior e o interior.    

Conforme orientações da Penitenciaria Apostólica, indulgências plenárias serão concedidas durante o ano santo: Jubileu 2025, a todos os fiéis que:

  1. Peregrinar a qualquer lugar sagrado do Jubileu (Roma, Terra Santa e em outras circunscrições eclesiásticas - Catedral Diocesana ou Santuários), e aí participar devotamente da Santa Missa.
  2. Nas piedosas visitas aos lugares sagrados (Roma ou outros lugares sagrados para o jubileu), adorar a eucarística e meditar, concluindo com o Pai-Nosso, a Profissão de Fé e Invocações à Maria, Mãe de Deus. (Se alguém está impedido de peregrinar por motivo de doença, clausura ou similar, podem participar do movimento espiritual que acompanha este ano, oferecendo seu sofrimento e seu cotidiano e participando da celebração eucarística localmente).
  3. Realizar obras de misericórdia e de penitência:

  • Obras de Misericórdia - Corporal ou Espiritual, participando de missões populares, exercícios espirituais, encontros de formação sobre o Concílio Vaticano II e Catecismo da Igreja Católica ou visitas aos necessitados, vendo neles Jesus Cristo.
  • Penitência: Guardar as sextas-feiras (abstendo-se de futilidades, jejuando, devolvendo uma soma proporcional em dinheiro aos pobres / obras social ou religiosa) ou Sacramento da Reconciliação (Confissão).

Além de conseguir indulgência plenária para si, o fiel pode praticar o exercício em caridade para algum falecido que se encontraria no purgatório. A ideia é que, uma vez alcançada a indulgência, o fiel continue na graça de Deus e faça essa bênção chegar aos demais por meio do seguimento fiel a Jesus Cristo.

Em síntese, por esses passos, conseguir a indulgência plenária jubilar: a) Peregrinação à Porta Santa, b) Confissão, c) Oração pelas intenções do Papa, d) Comunhão eucarística e e) Praticar a Caridade.



Logotipo do Jubileu

4 Figuras: O logotipo representa quatro figuras estilizadas para indicar a humanidade dos quatro cantos da Terra.

Abraços e Peregrinação: As figuras estão abraçadas cada uma à outra, para indicar a solidariedade e a fraternidade que unem os povos. O que está à frente está agarrado à cruz. Não ignoremos o fato de que a imagem mostra como o caminho do peregrino não é um acontecimento individual, mas comunitário, com a marca de um dinamismo crescente que tende cada vez mais para a Cruz.

Cruz de Cristo: É o sinal não só da fé que abraça, mas da esperança que nunca pode ser abandonada, porque precisamos dela sempre e sobretudo nos momentos de maior necessidade. A Cruz não é de modo algum estática, mas também ela dinâmica, curva-se para a humanidade como que para ir ao seu encontro e não a deixar sozinha, mas oferecendo a certeza da presença e a segurança da esperança.

Ondas: Observemos as ondas que estão em baixo e que se movem, para indicar que a peregrinação da vida nem sempre se move em águas tranquilas. Muitas vezes, eventos pessoais e eventos mundiais impõem com maior intensidade o chamamento à esperança.

Âncora: É por isso que devemos prestar atenção à parte inferior da cruz, que se prolonga, transformando-se numa âncora, que se impõe ao tumulto das ondas. Como se sabe, a âncora tem sido muitas vezes usada como metáfora da esperança. A âncora da esperança, na verdade, é o nome que na gíria marítima é dado à âncora de reserva, utilizada pelas embarcações em manobras de emergência para estabilizar o barco durante as tempestades.

Lema do Jubileu: Finalmente, vê-se claramente o lema do Jubileu de 2025 com a cor verde: Peregrinantes em Spem.

Gesto Concreto

O Projeto 13 Casas da Família Vicentina Internacional foi eleito pelo Papa Francisco como gesto concreto de caridade do ano jubilar. Ele apoiará os esforços da FHA para devolver a esperança a treze famílias na Síria, construindo-lhes casas, destacando uma crise esquecida que continua a afetar tantas famílias.

Que saibamos aproveitar as iniciativas desse jubileu para nos aproximarmos mais de Jesus, sendo sal da terra e luz do mundo e um sinal de esperança para todos.

Para saber mais sobre o jubileu clique aqui



REFERÊNCIAS:

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. São Paulo: Paulus, 2022 [Versão Digital]

FRANCISCO, Papa. Pes non confundit. Bula de proclamação do jubileu ordinário do ano 2025. Disponível em: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/bulls/documents/20240509_spes-non-confundit_bolla-giubileo2025.html Acesso em 06 mar. 2025

JUBILEU 2025. O que é o jubileu. Disponivel em: https://www.iubilaeum2025.va/pt/giubileo-2025/segni-del-giubileo.html Acesso em 28 dez. 2024

VALENTE, Gianni. As Indulgências no Ano Jubilar 2025. Disponível em https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2024-12/jubileu-2025-vademecum-indulgencias.html. Acesso: 26 dez. 2024

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Nesta Casa (Caraça) Pe. Lauro Palu, CM

Pe. Lauro em assessoria para o Seminário Interno. BH-MG, 2018 


Nascer, viver e morrer na mesma casa - é o desejo de um poeta sonhador.

Pois nesta casa nasci, vivi meus anos felizes e sempre morei aqui.

Fui jogado pela vida de cá pra lá; mas de fato nunca saí deste espaço.

Aqui eu sonho, aqui venho cada vez que sou feliz, cada vez que me acontecem,

inesperadas e boas as coisas lindas que a vida me reservou por bondade.

E espero morrer aqui, mesmo que o corpo coitado caia num outro lugar.

Tragam pra cá meus olhos, deixem aqui minhas mãos, plantem meus pés neste chão.

E sentirão como aos poucos irá voltar a bater meu coração, encantado.


* * * * * 

Por quem os sinos dobram...

Padre Lauro respondeu "As vezes anunciam uma agonia

choram a morte...

Quando a gente vê: estão rezando com a gente. Tão humanos os sinos".

Pe. Lauro e Pe Lourenço


quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA



SENHOR JESUS, DERRAMA UMA GOTA DA SUA MISERICÓRDIA SOBRE CADA FAMILIA REPRESENTADA NESTE GRUPO! 


PELAS CRIANÇAS E ADOLESCENTE, OS IDOSOS, OS DESEMPREGADO,SOBRE OS DOENTES, OS AGONIZANTES, PELAS ALMAS DO PURGATÓRIO, MINHA CONVERSÃO DIÁRIA E SANTIFICAÇÃO, PELA A  CONVERSÃO DA MINHA FAMILIA, PELAS AS  FAMÍLIA  E DO MUNDO INTEIRO.


TE PEDIMOS:

PELA CONVERSÃO DOS PECADORES

PELO FIM DA FOME DAS PESTE E DAS GUERRAS

POR TODO CLERO

PELOS DESAGRAVOS COMETIDIDOS CONTRA O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E O IMACULADO  CORAÇÃO DE MARIA.


Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO. ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS!

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Lazaristas rezam missa no Cristo Redentor



Em uma celebração marcada pela fé e pela história, a Província Brasileira da Congregação da Missão (PBCM) realizou no dia 16 de dezembro de 2024, uma Santa Missa no Santuário do Cristo Redentor, em homenagem ao Padre Pedro Maria Bos, idealizador do icônico monumento.


Presidida pelo Pe. Denilson Matias da Silva, CM, a celebração contou com a presença de diversos padres lazaristas, entre eles Pe. Agnaldo Aparecido, Pe. Cleber Teodósio, Pe. Eli Chaves, Pe. Erik Carvalho, Pe. Luiz Veras e Pe. Túlio Medeiros, além de representantes da Família Vicentina e colaboradores.

Ordenado lazarista em 1858, Pe. Pedro Maria Bos iniciou sua missão no Brasil em 1859. Sua visão profética o levou a conceber a ideia de construir uma imponente estátua de Cristo no Corcovado, um símbolo da fé cristã e da esperança que ecoaria por todo o mundo. Graças à sua determinação e à colaboração de muitos, o sonho se tornou realidade, e hoje o Cristo Redentor é um dos monumentos mais visitados e reconhecidos do planeta.


Além de homenagear o Pe. Pedro Maria Bos, a celebração também marcou o Jubileu de 400 anos da Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo. Na oportunidade os padres presentes agradeceram as bênçãos concedidas ao longo desses quatro séculos de história e as diversas atividades desenvolvidas em 2024.


A missa, realizada em um local tão simbólico e com uma história tão rica, foi um momento de profunda espiritualidade e de conexão com o carisma vicentino. Os presentes puderam renovar sua fé e agradecer por todas as graças recebidas.



Fonte: Site PBCM

Missão do Japão 22/12/2024: 4º Domingo do Advento | ANO C (Lc 1,39-45) Homilia

 


Quando a Bem-aventurada Virgem Maria visitou sua parenta Isabel, ela já estava carregando Jesus em seu ventre. Ela foi até a casa de Isabel sem pensar que a criança era um fardo pesado.  Maria foi até sua parenta para servir e levar a Boa Nova, que é Jesus.

Nessa história da Visitação, nosso Senhor está nos ensinando lições importantes para a vida.

A primeira é por meio da Virgem Maria. /Nessa situação, Maria mostrou sua virtude extraordinária, que é a humildade.  Mesmo sabendo que seria a Mãe de Jesus, o Messias, em nenhum momento Maria pensou que deveria receber tratamento especial. Ela acreditava que a melhor maneira de demonstrar gratidão por essa grande bênção era compartilhá-la humildemente com os outros. Sua decisão de ajudar Isabel nos lembra que toda bênção que chega até nós não é uma oportunidade de ver e sentir que somos os mais favorecidos ou que estamos em uma posição melhor do que as outras pessoas.  Isso nos lembra que nós, como seres humanos, somos apenas receptores da bondade e da misericórdia de Deus.  E nossa tarefa é fazer com que os outros saibam o quanto Deus é bom, por meio de nossas próprias obras de bondade para com os outros.

A segunda lição importante vem de Isabel, parenta de Maria.  Isabel ficou muito feliz ao ver sua parenta Maria por perto. O comportamento alegre de Isabel nos diz que ela estava genuinamente feliz por saber que Deus favoreceu Maria para ser a mãe do Salvador. Isso nos ensina que, quando sabemos que Deus abençoa os outros com alguma graça, nossa resposta adequada não deve ser a inveja ou o sarcasmo.  Não devemos perguntar a Deus por que essa pessoa é abençoada com tal bênção e nós não.  Mas, como Isabel, na humildade de nosso coração, fiquemos felizes por eles. Porque, na verdade, quando as pessoas ao nosso redor são abençoadas, é possível que essa bênção se estenda a nós.

Enquanto continuamos a aguardar a celebração da vinda de nosso Senhor, somos convidados a nos avaliar em relação às bênçãos que Deus nos envia. Será que nos tornamos pessoas melhores por meio dessas bênçãos? Tornamo-nos mais agradecidos, não apenas por nossas próprias bênçãos, mas também pelas dos outros?

O Natal está chegando.  Lembremo-nos de que a humanidade recebeu a maior bênção neste dia. Como Maria, que todos nós estejamos dispostos a levar Jesus aos outros. E, como Isabel, que todos nós recebamos Jesus em nossas vidas com alegria. 

Amém. 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Missão do Japão 15/12/2024: 3º Domingo do Advento | ANO C (Lc 3,10-18) Homilia



 

Gaudete é uma palavra latina que significa “alegrar-se”. Este domingo do Advento é chamado de Domingo Gaudete. Portanto, neste domingo, somos chamados a nos alegrar!

 

Como podemos ser felizes quando há conflitos e problemas ao nosso redor?

 

Como podemos nos alegrar quando a mídia noticia diversos crimes, países em guerra, crianças sofrendo e famintas em todo o mundo?

 

Temos realmente um motivo para nos alegrar?

 

Com esse pano de fundo, no entanto, este terceiro domingo do Advento nos pede para nos alegrarmos. Porque, na verdade, ainda há muitos motivos para as pessoas se alegrarem.

 

 Se nos preparamos e nos reconciliamos com Deus neste período do advento, então temos um motivo para nos alegrar.

 

Se decidimos ter um relacionamento melhor com as pessoas, pedimos perdão e perdoamos os outros, então há um motivo para ficarmos felizes.

 

Se, por nossa causa, os outros se tornarem alegres, esperançosos e pacíficos, há um motivo para se alegrar.

 

Se, apesar de algumas dificuldades na vida, nossas famílias e comunidades ainda estiverem unidas e juntas para enfrentar as exigências da vida, então esse chamado para Regozijar-se tem um significado.

 

Há um motivo para nos alegrarmos porque nossa vida ainda é boa.

 

Há um motivo para nos alegrarmos porque permitimos que a Luz de Cristo brilhasse em nossa vida e porque escolhemos fazer o bem e ser testemunhas da Bondade de Cristo para os outros.

 

 Definitivamente, temos um motivo para nos alegrar, se aderirmos ao desafio de João Batista de praticar atos de caridade e promover a preocupação social ao nosso redor.  Porque o único caminho para a alegria é dar aos outros um motivo para se alegrarem.

 

Por fim, acho que o mais importante é o seguinte:  Que, apesar da realidade de nossos pecados e desobediência, ouvimos nosso Senhor, por meio de João, nos chamar ao arrependimento.  Ele está nos chamando para um processo de mudança.

 

Claramente, Ele quer que retornemos a Ele como Seus filhos e nos unamos a Ele em alegria e amor.

 

Essa verdade, por si só, nos dá um grande motivo para gritar e pular de alegria.  Porque o Senhor amoroso e misericordioso, mais uma vez, reafirma Seu grande amor e misericórdia por nós.

 

Com essas boas novas, com clara esperança, com fé inabalável e com um coração alegre, aguardamos a vinda do Senhor Jesus.

Amém.