Pequena amostra. Algumas das pessoas importantes na minha vida.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
A ROTA DAS EMOÇOES – Ceará, Piauí e Maranhão
Tripla
dose em emoção com muita aventura, praia e ecoturismo. Assim é a Rota das
Emoções, envolvendo paraísos naturais como o Parque Nacional dos Lençóis
Maranhenses (MA), a Área de Proteção Ambiental do Delta do Parnaíba (PI) e o
Parque Nacional de Jericoacoara (CE).
Pedra Furada símbolo da Praia de Jericoacoara - CE - Brasil
A Rota
das Emoções, roteiro que liga três estados do Nordeste brasileiro, Ceará, Piauí
e Maranhão, apresenta ecossistema variado, formando mares de ondas perfeitas,
próprias para a prática do surf, windsurf, kitesurf, entre outros esportes náuticos.
Toda a Rota das Emoções é envolta em muita aventura e a região bastante
conservada virou roteiro obrigatório para os amantes do ecoturismo, do turismo
de aventura e dos esportes ao ar livre.
Praia de Luis Correia, fronteira do Delta do Parnaíba - PI - Brasil
Este
roteiro integrado é resultado do Projeto da Rede de Cooperação Técnica para a
Roteirização – 1ª edição, implementado pelo SEBRAE e Ministério do Turismo.
Desde 2005, lideranças locais, empreendedores e entidades trabalham unidos para
o desenvolvimento integrado desta região. Em 2009,
a Rota foi eleita o Melhor Roteiro Turístico do país, concedido pelo Ministério
do Turismo, durante o 4º Salão do Turismo, maior evento turístico da América
Latina.
Feijão Bravo, ilha do Complexo Gran Canárias, porta dos Lençois - MA - Brasil
Venha
você também conferir essa “belezura” de perto.
+ informações
sobre a Rota: http://www.rotadasemocoes.com.br/
sábado, 16 de fevereiro de 2013
NEWSLETTER FEVEREIRO 2013 - Jovens Desembocados
Fortaleza-Ce, 13 de fevereiro de 2013.
“Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.” Mt. 6,6
Estimados jovens e assessores da JMV, “vivemos a nossa fé com alegria”!
É satisfatório iniciarmos mais uma Quaresma. Tempo de penitência, conversão, arrependimento. Tempo de interiorizar nossas ações e refletir sobre a vida que levamos. É mais uma oportunidade de sermos melhores, mudar de vida, experimentar o amor de Deus no dia a dia. Cabe a cada um tomar consciência de seus atos e fazer de sua vida um dom total a Deus.
Estamos nos aproximando de dois grandes eventos mundiais no Brasil: o EJV (Encontro Internacional de Jovens Vicentinos) e a JMJ (Jornada Mundial da Juventude). Aproveitemos a Quaresma para fazer um estudo da nossa vivência enquanto Associação, e vejamos o que é preciso melhorar para sermos autênticos missionários de Cristo.
Esta semana fomos pegos de surpresa com o anúncio da renúncia do Papa Bento XVI. Ele teve muita coragem em assumir sua fragilidade. E nós, qual a nossa fragilidade? Será que temos coragem de assumi-la? O que precisa ser fortalecido em nossa vida?
É notório que o mundo precisa de muita oração, precisa de união. Unamo-nos em oração por nossa Igreja, por nossos jovens, por nossas famílias. Por meio da oração, vidas são transformadas, a começar pela nossa.
Este também é o tempo de nossa juventude mostrar sua garra. A Campanha da Fraternidade deste ano vem animar os jovens a vivenciarem sua fé, a serem protagonistas, a assumirem um compromisso cada vez mais forte com a Igreja.
Sejamos fieis aos ensinamentos de Cristo, perseverando na oração do santo terço, aprofundando a vivência da palavra de Deus e vivendo em constante comunhão com a Eucaristia. É na penitência, no jejum e na esmola que nos fortalecemos para vivenciar a grande festa da Páscoa. Façamos retiros em nossos grupos, visitas aos doentes.
Assumamos nosso compromisso cristão com a sociedade.
Firmes na fé! Com a intercessão de Maria, nossa mãe, sigamos com alegria!
Gorette Timbó
Assessora da JMV
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
COLABORE COM O EJV
Pode parecer pouco, mas se cada membro da Família Vicentina ajuda com um pouquinho, ao final, reunimos um montante considerável para a realização do Encontro Internacional da Juventude Vicentina. E você tem a garantia de que está investindona evangelização!
Não perca tempo: Junte o seu grupo ou ramo da Família Vicentina e Colabore:
BANCO: CAIXA ECONÔMICA
AGÊNCIA: 0173
OP: 003
C/C: 3862-4
ASVP COLÉGIO SÃ O JOSÉ
CNPJ 33.570.052/0068-60
VILA VELHA – ESPÍRITO SANTO.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
ENTREVISTA A GENOVEVA FM
Programa: Bela Cruz como Te Amo
Apresentação: Edilson Carvalhêdo Sampaio
Data: 25 de janeiro de 2013
Entrevistado: Cleber Fábio Oliveira Teodósio (Twitter:
@clefabio)
Apresentação Pessoal: Hoje é convidado do Programa “Bela
Cruz como te amo” o jovem Cleber Oliveira, professor de profissão, agente de
pastoral - um belacruzense, que esteve em mais de 15 países distribuídos por todos
os continentes, exceto Oceania, e nos últimos três anos esteve desenvolvendo uma
missão na sede internacional da Juventude Mariana Vicentina – JMV, em Madrid,
Espanha.
Motivo da Entrevista: Acreditamos que o trabalho de
Voluntariado e Missão Internacional realizado por Cleber Oliveira pode servir
de exemplo para os nossos jovens, a fim de que estes nunca desistam de seus
sonhos, o fato, também vem nos afirmar que, vontade é querer e sonhar é poder.
Entrevista
Edilson Sampaio: Conte-nos, por favor, como e porque você se
ausentou do Brasil e foi instalar-se na Espanha.
Cleber Oliveira: Bom dia, senhor Edilson, bom dia a
todos os ouvintes. Em primeiro lugar gostaria de agradecer pelo convite. Começo
por sinalar que o único exemplo é Cristo, nós somos apenas pequenas referências.
Desde jovem eu sempre estive voltado para a Igreja e para as questões sociais.
Em 2007 chegando em Bela Cruz, conheci a JMV, uma vez entrando grupo, fui
assumindo funções e crescendo paulatinamente, atuei como secretário, e logo
como presidente local, regional, provincial (compreendendo Ceará, Piauí e
Maranhão), vice presidente nacional e membro pelo Brasil do então Conselho
Latino Americano da JMV...
ES: O que é a JMV?
CO: A Juventude Mariana Vicentina – JMV,
um grupo de jovens que tem sua origem na Capela da Casa Mãe das Filhas da
Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris - França, quando em 1830, Nossa
Senhora aparece a então noviça Catarina Labouré e pede que se cunhasse uma
Medalha - que pelos seus frutos o povo a chamou Milagrosa, nessa aparição Maria
também pediu que fosse formada uma Associação de Jovens assim nasceu a JMV que hoje está presente em mais de 60 países. No Brasil estamos
desde 1865.
...como dizia: Em 2008, participei em República
Dominicana do Encontro Missionário Latino Americano - Uma semana de formação e
duas de missão em um bairro pobre de Santo Domingo. Em 2009 fui enviado a Madrid
– Espanha, como voluntário e missionário internacional.
ES: Pelo seu Currículo ver-se que você também
estudou no exterior. Fale-nos um pouco de sua participação em tais universidades!
CO: Em Espanha fazia o trabalho do voluntariado
pelas manhãs. Minha função era animar a Associação nos Países Lusófonos, a
traduzir de documentos de Espanhol para Português e vice versa, webmaster do
Secretariado e missões de fim de semana. Pelas tardes estudava, onde fiz o
primeiro ano de Teologia na Faculdade Teológica de Sandamaso – uma universidade
muito tradicional onde se forma a maioria do clero espanhol, fazia um curso de Formação
Continuada pela Universidade Pontifícia de Salamanca – Um curso excelente, onde
aprendi bastante e estudei Língua Castelhana pela Escola Oficial de Idiomas da
Comunidade de Madrid – onde obtive grau superior, com conhecimento inclusive
para ministrar Espanhol em qualquer país da união europeia.
ES: Sabemos que sua missão não se prendeu apenas
à Espanha, você esteve também em Lisboa?
CO: Sim. Lisboa em 2010 quando
realizamos o I Encontro Africano de Conselhos Nacionais da JMV, e logo, a III Assembleia
Geral da Associação. Ademais, visitamos a Cova da Iria, Mafra e claro, Fátima,
um santuário espetacular, visita que recomendo a todos, independente de seu
credo.
ES: Como
você conseguiu ser escolhido para fazer essa missão? Quem financiou? Como se
deu o processo?
CO: O processo foi lento e a partir da
convocação foram quase dois anos de muito trabalho, tempo em que apliquei um
projeto onde meus familiares e amigos me ajudaram. Com a experiência ganhei
vários amigos de diversos países do mundo (Espanha, Portugal, Inglaterra,
Moçambique, Itália, República Tcheca, Eslováquia, França, etc.), que tive a oportunidade
de visitar e de outros lugares, que por trabalhar numa estância internacional,
consegui. Mas posso dizer que 90% dos gastos foram custeados pela Igreja – a
JMV, Irmãs e Padres Vicentinos.
ES: Como
brasileiro, como você foi tratado no exterior?
CO: Geralmente temos receio ao
desconhecido – quando fui à Espanha existia um conflito alfandegário entre o
país e o Brasil. Antes de ir consultei com um brasileiro que vive ali, que me
disse sentir xenofobia apenas dos mais ignorantes. Comigo, logo de início, aconteceu um incidente, desembarquei em Madrid,
- que tem um dos maiores aeroportos do mundo, estava com vontade de ir no
banheiro, não falava o idioma e tinha medo de ser deportado, quando a polícia
me viu, chamo-me a revista, e vendo que era apenas um estudante deixou que
passasse tranquilo.
Porém pude perceber que normalmente o brasileiro
é muito querido em todos os países. Eles amam o Brasil, por suas praias, samba,
futebol e claro por sua alegria. Agora é certo que a Europa leste é mais
fechada.
ES: Como
missionário, o que trouxe para Bela Cruz? Como está transmitindo isso hoje?
CO: Sobre esse assunto, lembro que fiz
um curso de missão de dois anos para ser enviado à África, onde estive por sete
semanas em Nacala – Moçambique. De fato
na África tem muita pobreza e muita riqueza natural que poderia ser explorada e
trazer desenvolvimento para o continente. Ali tive uma experiência humanizadora,
além de trabalhar numa rádio local – que ajudei com músicas e vinhetas,
inclusive enviadas desta rádio pelo locutor Clébio Morais, partilhar o
evangelho com as comunidades e jovens, acompanhar pedagogicamente os
professores das escolas vicentinas, etc., ministrei aulas para crianças de três
a seis anos de uma tribo Macua, que falavam um dialeto tribal, - lecionei
introdução à Língua Portuguesa, com o Método das 28 Palavras de Yolanda Betim,
as crianças tinham como classe um cajueiro; carteiras, uma esteira de palha;
caderno, a areia; lápis, os seus dedinhos...
O que trago é a certeza de que “Ser Missionário”
é muito interessante, totalmente possível, basta querer! Somos responsáveis de
levar Cristo e a Boa Notícia ao próximo. Mais do que nunca confirmei que
podemos ser pessoas boas – ainda que o próprio Jesus dissesse que bom só Deus,
mas se sabe que devemos nos esforçar para imitá-lo.
Depois que cheguei já ministrei palestras no
Rio de Janeiro, duas em Fortaleza – Inclusive com o tema da Jornada Mundial da
Juventude – JMJ, realizei mais duas aqui em Bela Cruz em São José e em Varjota.
Mais detalhes sobre o meu trabalho estão no blog: www.clefabio.blogspot.com
ES: Nós o parabenizamos pelo seu trabalho
voluntário e sua ação com as Juventudes e com a Comunidade Belacruzense.
Desejamos publicar essa entrevista no espaço digital da rádio e saiba que
nossos microfones estão sempre abertos para você. Deixe-nos suas considerações
finais.
CO: Sinto-me em casa aqui nessa rádio,
onde desde 2004, exceto o tempo que passei no exterior, sou voluntário no
programa Paróquia em Comunicação. Como o senhor, me sinto adotado por Bela
Cruz, que me recebeu muito bem em 1997. Agradeço aos ouvintes - nacionais e estrangeiros
– que estão nos ouvido via internet. E no mais, pedir que o Deus de bondade nos
abençoe, que todos se sintam amados por Deus, que nos quer com vida, e vida
plena. Muito obrigado!
Para saber mais:
1.Ide por todo o mundo...
2.Missão em Moçambique:
3.Entrevista a Revista da JMV Espanha
Fonte:
AUTOFINANCIAMENTO DA JMV DO BRASIL
A Juventude Mariana Vicentina lançou uma
campanha mundial para o autofinanciamento da Associação até 2015. É uma
importante iniciativa para se recordar o quanto a Associação precisa crescer e
se fortalecer, ter mais autonomia e poder concretizar novos projetos, aumentar
seus grupos, realizar seus sonhos e disseminar o carisma mariano vicentino por
toda a terra. Durante a VI Assembleia Nacional da JMV Brasil, as províncias
apresentaram o que têm feito para a manutenção dos grupos da JMV e também para
corresponderem às cotas para a manutenção da JMV em sua província, no Brasil,
no nosso continente e no mundo. Como diria São Vicente de Paulo: “o amor é
inventivo até o infinito” e certamente há muitas outras formas criativas de
obter recursos financeiros, por isso, os grupos e as províncias são chamados a criarem
ou adaptarem novas formas de arrecadação de acordo com suas realidades. Algumas
sugestões que já são utilizadas na JMV do Brasil:
No próprio grupo:
·
Coleta
entre os participantes;
·
Doações
espontâneas dos familiares dos membros dos grupos e “paitrocínio”;
·
Contribuição
regular dos jovens, em especial dos membros consagrados;
Na comunidade:
·
Rifas
de prendas ou doações, revertendo o lucro para o grupo;
·
Leilão:
silencioso (há uma lista para cada um dos vários itens expostos para o leilão,
onde cada pessoa escreve seu lance e, ao final do evento, as listas são
recolhidas e quem deu o lance maior paga e fica com o objeto) ou tradicional;
·
Bazar
de roupas ou artigos usados;
·
Bingo
ou Feijobingo (bingo durante feijoada);
·
Festival
de pastel, ou sorvetes, ou tortas, ou cachorro quente, ou caldos, ou pizzas, etc.;
·
Cantinas
ou barracas de comidas típicas e bebidas durante eventos ou após as
celebrações;
·
Almoço
de confraternização;
·
Café
colonial (café, sucos, frios, bolos, pães, biscoitos, etc.);
·
Jantar
dançante;
·
Serenata:
a pessoa paga e o grupo canta/toca a música escolhida para ela ou dedicada a
outra pessoa;
·
Livro
de Ouro: pessoas são convidadas a assinar o seu nome num livro e oferecer uma
contribuição em dinheiro ou outra forma de doação. O grupo também pode rezar
pelas intenções das pessoas que o assinaram;
·
Correio
elegante: durante a quermesse da comunidade ou outro evento, as pessoas compram
um cartãozinho e os jovens do grupo entregam os recadinhos do coração aos
destinatários;
·
Festival
de músicas religiosas- os grupos e as bandas pagam inscrição definida pelo
grupo;
·
Gincana-
podem ser arrecadadas prendas, alimentos, dinheiro durante as etapas e provas
da gincana, a ser organizado pelo grupo ou entre grupos da JMV, pastorais, etc.;
·
Cadeia
da amizade: alguém pode comprar uma “ordem de prisão” e o grupo prende aquela
pessoa num local específico e a pessoa só sai se “pagar a fiança” ou após o
tempo mínimo de permanência- lembrar que é uma brincadeira e ninguém deve ser obrigado a participar;
·
Stands
com venda de produtos religiosos e da JMV (camisetas, bonés, broches,
chaveiros, adesivos, faixas, CDs, DVDs, livros, etc.) ou outros produtos
(artesanatos, etc.);
·
Caixinha
da JMV: caixa, cofrinho ou urna para doações espontâneas e anônimas, que pode
ser colocada na Igreja ou outro local, contando a história da JMV, da Medalha
Milagrosa, etc. – lembrar-se de consultar o Pároco a respeito;
·
Apresentação
de teatro, filmes, coral, bandas, exposições artísticas mediante a cobrança de
ingressos- podem ser realizadas no salão paroquial, em outro espaço comunitário
ou estabelecimento comercial;
·
“Cristoteca”,
“Barzinho de Jesus”, Show Mariano, etc.;
·
Torneios
de esportes (futebol, futsal, vôlei, handebol, xadrez, etc.): cada equipe paga
uma taxa de inscrição para o grupo;
·
Pedágio:
coleta em local público – de preferência com jovens com camisetas da JMV, carta
de apresentação do Padre ou das Irmãs, consulta aos pais, no caso de envolver
menores de idade, etc.;
·
Campanha
de porta em porta: os jovens se organizam e visitam as casas, onde se
apresentam, convidam a família a conhecer a JMV e pedem donativos para festas,
contribuições financeiras, etc. - podem inclusive entregar uma Medalha
Milagrosa e evangelizar a família, fazer uma oração pelas pessoas visitadas ou
mesmo identificar necessidades materiais e espirituais daquelas pessoas;
·
Corrida
ou Maratona Mariana: cada participante paga uma inscrição e o vencedor ganha o
prêmio ou troféu definido pelo grupo;
À distância:
·
Divulgar
a conta, agência bancária, banco e CPF/CNPJ nas redes sociais virtuais, nas
rádios comunitárias, em carnês, panfletos e folders a serem entregues após as
Missas, eventos ou campanhas;
·
Campanha
“Um pouco mais de ti, JMV!”: visitar os membros desembocados (os membros que já
passaram dos 30 anos) da Associação e formar uma rede de padrinhos e
benfeitores da Associação, estimulando a contribuição regular deles.
Os dados para contribuições
para a JMV Brasil são:
·
Onde
depositar as colaborações doadas à Juventude Mariana Vicentina do Brasil? A JMV
Brasil tem CNPJ? Qual sua pessoa jurídica? O que se tem feito para trabalhar
esse assunto?
Toninho Garcia
JMV RIO (BRASÍLIA)
Newsletter Janeiro 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
NEWSLETTER DEZEMBRO 2012 - Jovens Desembocados
Maceió - AL, 15 de dezembro de 2012.
Amados(as) Irmãos(ãs),
Exultai de alegria... nasceu para nós um Salvador!
Ficamos muito felizes com a recíproca referente a nossa primeira newsletter, emitida em novembro próximo passado; isso apenas reafirma a verdade de que a JMV é uma Associação fundada pela Santíssima Virgem e que junto a seu Filho, nunca nos desampara... Isso é motivo de agradecimento - Louvemos a Deus por isso!
Nesse período em que estamos a celebrar o Nascimento do Salvador e toda a magia que esse momento representa; nós, dos Jovens Desembocados, queremos desejar para você e seus familiares, votos sinceros de Felicidade Verdadeira - aquela só encontramos na abertura incondicional ao Amor com maiúscula.
Ademais de felicitarmos nossos amigos, trocarmos presentes entre próximos, celebrarmos com abençoadas ceias, é tempo de permitir que seja gestado, que nasça e cresça o menino Deus em nosso ser, em nossa família, em nossa Associação. Tempo de ademais abrir nosso coração, abrirmos nosso olhar e nossas mãos para sermos parceiros de Deus no seu plano de amor para esse mundo.
São Vicente de Paulo nos convida ao exercício do amor afetivo e a prática do amor efetivo, tal prática, cristã e vicentinamente, se faz real quando canalizarmos esse amor com ações concretas, rumo aos preferidos de Deus, os mais necessitados.
Em nosso meio, são muitos os lugares onde o Senhor pretende nascer, crescer com desenvoltura e reinar; a JMV, e seus projetos, é só um exemplo... Que nossa oração à Associação, seja com a luz que elucidou o lugar do nascimento; que nosso apoio à JMV, seja a manjedoura que sustentou o Pequeno Grande Rei; que nosso serviço aos jovens e aos pobres se aproxime ao cuidado de Maria e José e ao detalhe dos Reis Magos que deram o seu melhor para o Deus menino.
Despedimos-nos com a alegria de, independente da distância, poder celebrar com você, como em outrora, estas Festas; pois comungamos de uma mesma família – a Vicentina, e somos filhos da mesma Mãe que nos protege e de Deus Pai que nos sustenta.
Unidos em Cristo Jesus,
Fabiana Araújo
pela ASSESSORIA DA JMV
domingo, 30 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
EU SOU MARIAL E NÃO DESISTO NUNCA
O meu nome é Ivanildo Dantas, tenho 30 anos e sou natural de Caicó. Para mim, é muito gratificante poder expressar resumidamente nessas linhas a experiência que vivi na Juventude Marial Vicentina. Considero a minha caminhada na JMV como uma verdadeira dádiva de Deus e sinto uma imensa satisfação em poder partilhá-la com outros jovens, através do meu humilde testemunho.
Entrei na Juventude Marial Vicentina no ano de 1992, depois de ter sido convidado pela minha própria irmã a participar de uma reunião da JUMAC, pois ela já fazia parte do grupo há alguns anos. A JUMAC conta com uma longa e bonita caminhada em Caicó e muitas pessoas que moraram perto do Abrigo Dispensário Pedro Gurgel fizeram parte do grupo em algum momento de sua vida.
Senti-me bem-vindo e à vontade no grupo praticamente desde o primeiro dia em que comecei a freqüentar as reuniões e não pensei duas vezes antes de decidir assumir o meu compromisso pessoal com a JUMAC. Notei que havia outros jovens no grupo que tinham muitas coisas em comum comigo... aprendi muito com o testemunho de outros jovens que já contavam com muitos anos de caminhada no grupo e isso me dava mais forças e vontade de seguir em frente, sentindo-me membro de uma segunda família que encontrei na JUMAC.
Uma das pessoas que mais me impressionou e que me deu uma verdadeira lição de vida através de seu testemunho cristão foi a nossa querida assessora adulta “Cilia” (Maria Auxiliadora da Costa), que dava o máximo de si mesma e dedicava muitas horas semanais ao grupo, sem esperar nada em troca além do bem-estar dos jovens e do grupo. Diga-se de passagem que Auxiliadora nos proporcionou muita sabedoria porque ela é uma pessoa que conta com uma extensa formação teológica, eclesial, Mariana e catequética e nunca pára de estudar. Para mim, Cilia representou e continuará representando sempre uma verdadeiro exemplo de um leigo cristão autêntico e comprometido com a construção do tão sonhado Reino em nosso meio.
Como não podia deixar de ser, as Irmãs também foram muito importantes na minha caminhada marial, pois elas sempre ofereceram e continuam a oferecer à JMV muito mais do que um simples apoio econômico quando é preciso... elas são como verdadeiras mães e conselheiras espirituais, um testemunho vivo da mensagem de caridade para com os pobres, uma mensagem deixada por São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac e que as Irmãs sabem expressar tão bem nesse mundo atual marcado pela indiferença, pelo materialismo e pelo relativismo de uma grande maioria sem rumo na vida.
Tentando pôr em prática o meu dever de ser um jovem comprometido com a Igreja e com o mundo, assumi algumas responsabilidades dentro do grupo como secretário e tesoureiro. Mas senti que podia dar mais de mim à Associação e decidi me oferecer como voluntário para o Secretariado Internacional da JMV no ano 2000 e o Conselho Internacional considerou que o meu currículo cumpria com os requisitos para desenvolver um trabalho voluntário de três anos em Madri como tradutor, responsável de comunicações e desenhista do Portal Web do Secretariado. Foram três anos intensos nos quais vivi uma experiência tão bonita que não me vejo capaz de expressá-la com palavras. O que sem dúvida posso afirmar é que a minha experiência como voluntário no Secretariado Internacional marcou a minha vida para sempre e agradeço imensamente a Deus por ter me dado esse presente imensurável.
Durante os três anos de voluntariado em Madri, também fui voluntário num refeitório das Filhas da Caridade para indigentes, pois há muitos imigrantes que vêm à Espanha de forma clandestina procurando uma oportunidade para melhorar de vida, porém nem sempre isso acontece e vêem-se obrigados a mendigar. Participei em duas Jornadas Mundiais da Juventude (Roma 2000 e Toronto 2002), diversas reuniões em Roma, Paris, Lisboa e também tive a oportunidade de fazer um curso de formação em Nova Iorque.
Hoje, três anos depois de finalizar o meu voluntariado, continuo vivendo, estudando e trabalhando na Espanha por opção pessoal e continuo fazendo algumas traduções necessárias para o Secretariado apesar de que já não sou voluntário, pois não há nenhum jovem de língua portuguesa no atual grupo de voluntários. Visito o grupo da JUMAC todas as vezes que vou a Caicó de férias e cada vez que faço isso sinto uma profunda alegria pelo fato de ver que o grupo continua vivo, apesar das dificuldades e obstáculos que sempre há na caminhada. Peço a Deus e à Virgem Maria para derramarem muitas graças sobre o grupo de Caicó, a Província do Recife, a JMV do Brasil e do mundo inteiro.
Oh, Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
O MUNDO VAI ACABAR EM 21 DE DEZEMBRO DE 2012?
Esta conversa de fim de mundo não é nova. Tenho 50 anos de idade e já presenciei tais datas umas 05 vezes.
Esta necessidade do fim do mundo brota do inconsciente coletivo da cultura judaico-cristã que internalizou e universalizou no Ocidente o sentimento de culpa. Tão bem expresso na literatura bíblica como o pecado de adam, genitivo de adamah que significa terra, portanto Adam seria “da terra”, no caso, os filhos da terra que é toda a humanidade.
A novidade agora parte de uma profecia atribuída à cultura Maia. Civilização pré-colombiana que habitou o sul do México. Não se pode duvidar a sabedoria deste povo. Porém, os maias não conheceram a cultura judaico-cristã. Portanto, não guardavam em seu inconsciente coletivo o sentimento de culpa e, por isso, não tinham idéia de fim de mundo provocado por uma hecatombe planetária.
Há alguns anos foi encontrada um pedra com inscrições que os arqueólogos decifrando os signos ali cunhados perceberam que se tratava de uma calendário maia. Esta pedra chama-se Tortugueiro. A ser estudada pela maior autoridade atual em cultura maia, o Dr. Horlando Cassares, este proferiu ano passado uma palestra em Bogotá que não foi divulgada pela imprensa porque não faz sucesso.
Segundo o Dr. Cassares, os maias não admitiam a possibilidade de fim de mundo, mas fim de eras, ou mudança de um mundo cultural. A pedra Tortugueiro, teria sido cunha aproximadamente a 21/08/3.113 a. C.
Nela estão registrados os ciclos, as eras e os anos. O Ano maia civil se compunha de 365 dias e o ano místico de 265. Sendo que a cada 52 anos havia coincidência entre o início do ano civil com o ano místico. Isto caracterizava uma era breve, com aproximadamente 5.125 dias. Esta era breve se chamava baticum. Porém, a cada 25 baticuns haveria uma era larga com aproximadamente 144 mil dias.
Ao chegar esta era larga que caracterizaria 05 ciclos terminaria a contagem do tempo, mas não o fim do mundo. A partir de então, que será o dia 21/12/2012, começaria um novo tempo, que os maias chamavam também de novo mundo. Mas o mundo que eles se referem é o mundo cultural. No novo mundo a perversidade tenderá a desaparecer. Haverá mais tolerância, mais respeito entre os seres humanos e para com a mãe Gaia, ou seja a terra.
De fato a inteligência humana está alcançando uma sensibilidade extraordinária. Hoje se propõe o fim da bomba atômica. Há movimentos internacionais de luta para respeitar o meio ambiente e diminuir o aquecimento global. Há lutas pelo respeito às diferenças, quer sejam de cor, religião, sexo ou raça. Há organismo que tentam construir a paz entre as nações e diminuir as desigualdades sociais, sobretudo, o combate à fome, bem como criar e manter estruturas sociais fundamentadas na ética.
Mas ao lado desta inteligência sensível, há uma sensação generalizada de insegurança que aumenta o medo. O medo é a fonte da perversidade humana. Do medo nascem a insegurança, o ciúme, o pavor, a suspeita, a maldade e o desejo de eliminar o outro. O medo faz o covarde. Todo covarde é hipócrita. Habituando-se a tirar proveito de sua hipocrisia, o covarde entra na lei de Gerson sem se dar conta e a corrupção toma conta das suas ações.
Porém, que o sistema solar terá um fim, é um postulado científico baseado em observações astronômicas. O sol é uma estrela de 5ª grandeza e para manter o seu sistema estelar (forças: gravitacional, eletromagnética, nuclear fraca e nuclear forte) converte massa em energia em razão de 240 milhões de toneladas por segundo. Chegará o tempo em que o sol se tornará uma estrela anã e alcançará o seu ocaso e com ele todo o sistema solar, onde está a terra. Porém, ainda haverá uns bilhões de anos para este final astronômico.
Fonte: Pe. Emídio Gomes
https://www.facebook.com/emidio.moura.1/posts/302734936505342
Esta necessidade do fim do mundo brota do inconsciente coletivo da cultura judaico-cristã que internalizou e universalizou no Ocidente o sentimento de culpa. Tão bem expresso na literatura bíblica como o pecado de adam, genitivo de adamah que significa terra, portanto Adam seria “da terra”, no caso, os filhos da terra que é toda a humanidade.
A novidade agora parte de uma profecia atribuída à cultura Maia. Civilização pré-colombiana que habitou o sul do México. Não se pode duvidar a sabedoria deste povo. Porém, os maias não conheceram a cultura judaico-cristã. Portanto, não guardavam em seu inconsciente coletivo o sentimento de culpa e, por isso, não tinham idéia de fim de mundo provocado por uma hecatombe planetária.
Há alguns anos foi encontrada um pedra com inscrições que os arqueólogos decifrando os signos ali cunhados perceberam que se tratava de uma calendário maia. Esta pedra chama-se Tortugueiro. A ser estudada pela maior autoridade atual em cultura maia, o Dr. Horlando Cassares, este proferiu ano passado uma palestra em Bogotá que não foi divulgada pela imprensa porque não faz sucesso.
Segundo o Dr. Cassares, os maias não admitiam a possibilidade de fim de mundo, mas fim de eras, ou mudança de um mundo cultural. A pedra Tortugueiro, teria sido cunha aproximadamente a 21/08/3.113 a. C.
Nela estão registrados os ciclos, as eras e os anos. O Ano maia civil se compunha de 365 dias e o ano místico de 265. Sendo que a cada 52 anos havia coincidência entre o início do ano civil com o ano místico. Isto caracterizava uma era breve, com aproximadamente 5.125 dias. Esta era breve se chamava baticum. Porém, a cada 25 baticuns haveria uma era larga com aproximadamente 144 mil dias.
Ao chegar esta era larga que caracterizaria 05 ciclos terminaria a contagem do tempo, mas não o fim do mundo. A partir de então, que será o dia 21/12/2012, começaria um novo tempo, que os maias chamavam também de novo mundo. Mas o mundo que eles se referem é o mundo cultural. No novo mundo a perversidade tenderá a desaparecer. Haverá mais tolerância, mais respeito entre os seres humanos e para com a mãe Gaia, ou seja a terra.
De fato a inteligência humana está alcançando uma sensibilidade extraordinária. Hoje se propõe o fim da bomba atômica. Há movimentos internacionais de luta para respeitar o meio ambiente e diminuir o aquecimento global. Há lutas pelo respeito às diferenças, quer sejam de cor, religião, sexo ou raça. Há organismo que tentam construir a paz entre as nações e diminuir as desigualdades sociais, sobretudo, o combate à fome, bem como criar e manter estruturas sociais fundamentadas na ética.
Mas ao lado desta inteligência sensível, há uma sensação generalizada de insegurança que aumenta o medo. O medo é a fonte da perversidade humana. Do medo nascem a insegurança, o ciúme, o pavor, a suspeita, a maldade e o desejo de eliminar o outro. O medo faz o covarde. Todo covarde é hipócrita. Habituando-se a tirar proveito de sua hipocrisia, o covarde entra na lei de Gerson sem se dar conta e a corrupção toma conta das suas ações.
Porém, que o sistema solar terá um fim, é um postulado científico baseado em observações astronômicas. O sol é uma estrela de 5ª grandeza e para manter o seu sistema estelar (forças: gravitacional, eletromagnética, nuclear fraca e nuclear forte) converte massa em energia em razão de 240 milhões de toneladas por segundo. Chegará o tempo em que o sol se tornará uma estrela anã e alcançará o seu ocaso e com ele todo o sistema solar, onde está a terra. Porém, ainda haverá uns bilhões de anos para este final astronômico.
Fonte: Pe. Emídio Gomes
https://www.facebook.com/emidio.moura.1/posts/302734936505342
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
FRUTAS E FRUTOS DO NATAL
Final de ano é a época em que as empresas se preparam
para fechar a contabilidade e apurar o saldo numérico de todas as transações
comerciais realizadas, analisando se as estratégias planejadas atingiram as
metas pré-estabelecidas. As causas dos efeitos não desejados serão rastreadas
com a devida abrangência, para que não voltem a desagradar acionistas, clientes
e funcionários.
A imprensa mostrará, na retrospectiva anual, os
acontecimentos políticos, sociais, esportivos, econômicos e religiosos que
abalaram o mundo e transformaram as novas vidas. Merecerão destaque especial as
descobertas científicas e as inovações tecnológicas que tornaram o homem capaz
de destruir o planeta, mas o mantiveram incompetente para assegurar qualidade de vida, mínima e
digna, à população mundial. Esta constatação nos faz crer “que apesar de todos
viverem sob o mesmo céu, nem todos desfrutem do mesmo horizonte”. A classe
política divulgará suas realizações e justificará as promessas de campanha não
cumpridas.
O restrito acesso aos serviços de educação e saúde, de
excelente qualidade, é o fator inibidor mais significativo para que as condições de igualdade do
desenvolvimento humano sejam, ainda, apenas, retóricas. Também as organizações
do chamado Terceiro Setor, ou voluntariado de responsabilidade social, cujo
movimento tem apresentado impressionante expansão, prestarão contas, aos seus
parceiros e colaboradores. O voluntário
tem a nobreza de partilhar o mais precioso tesouro da nossa era, o conhecimento
– certidão de nascimento de cidadania.
De forma idêntica cada um de nós deve fazer a sua
reflexão, analisando o seu desempenho pessoal na abrangência dos seis fatores
motivacionais, que são: saúde física,
espiritualidade, família, saúde mental, relacionamento social, carreira
profissional e condição financeira. A harmonia entre esses indicadores
evidenciará se as metas que planejamos, os sonhos que acalentamos e as ações
que empreendemos foram desenvolvidas rumo à meta maior de todo ser humano: a
felicidade. Interiormente, devemos verificar se nos tornamos menos arrogantes e
mais tolerantes, menos professor e mais aprendiz, menos teólogo e mais
apóstolo. Enfim, se estamos conscientizados de que os votos de – Feliz Natal –
não deva ser, apenas, uma manifestação episódica de amor ao próximo, mas
contínuas práticas de fraternidade.
A própria transformação da “paisagem” nos contagia, pois
as ruas, as fachadas das casas, as vitrines das lojas e, até árvores, ganham
decorações especiais, luzes multicoloridas e enfeites criativos. As
ornamentações dos interiores das residências, e dos templos religiosos,
simbolizam o nascimento do homem que dividiu a história da humanidade em antes
e depois dele – Jesus Cristo. Os especialistas em marketing disputam cada
centímetro, e cada segundo da mídia, principalmente da irresistível telinha da
TV. O simpático velhinho, com suas tradicionais barba branca e roupagem
vermelha, continua sendo a grande esperança da criançada.
Para os trabalhadores, a chance de conseguir emprego,
mesmo que temporário, para os empresários, a oportunidade de maior faturamento
e para o país, o crescimento do PIB – o qual deve ter como missão a melhoria da
distribuição de renda. Até as frutas que serão consumidas no Natal fazem parte
das estimativas dos especialistas em gestão. Porém, se não colhermos os frutos
da espiritualidade, a morte na cruz terá sido em vão.
Com a esperança de que o espírito natalino sensibilize os
nossos corações erradicando a discriminação, o preconceito e todas as formas de
exclusão social – chagas ainda vivas na sociedade – entendemos que a
arquitetura de um mundo mais justo economicamente e mais igualitário
socialmente é condição essencial á conquista da tão sonhada Paz, nesta
maravilhoso planeta azul.
Concluímos que não basta se indignar com as injustiças
sociais - é preciso agir -, para que possamos diminuir o enorme abismo que
separa o oceano de pobres, da ilha de ricos.
* Faustino Vicente - Advogado, Professor e Consultor de
Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – Jundiaí
(Terra da Uva) – São Paulo - Brasil
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
TESTEMUNHO VOLUNTARIO JMJ MADRID 2011
LOUVADO SEJA
DEUS!
Chamo-me Cleber Oliveira, engajado ativamente na Igreja
desde 1998, trabalho e estudo, vivo em Bela Cruz – CE. Desejo compartilhar com
vocês que o sonho de participar de uma Jornada Mundial da Juventude se fez real
para mim em 2011, quando Deus quis que eu vivesse a JMJ Madrid, Espanha. Ele cuidou
para que o pacote viesse completo; o digo, porque ademais de celebrar a JMJ em
si, também me reuni, previamente, com mais de 2000 jovens vicentinos,
provenientes de diversos países do mundo, para viver o nosso V Encontro
Internacional - digo nosso, porque venho de um grupo de base vicentino; - e
vivi toda essa experiência com a honra se servir como Voluntário em ambos os
encontros.
Devo reconhecer que a sensação de viver uma JMJ é algo
extraordinário, falar não é ver, sentir ou experimentar na pele o que a força
da Juventude Católica, da Igreja e da presença de Cristo externada na pessoa do
Santo Padre causa na vida de quem se permite viver aventura tão radical.
Sim, ser radical não é dirigir a mais de 100 km por hora,
escalar montanhas ou o praticar o paraquedismo; radical é ser de Jesus Cristo,
defender a vida, o Reino; é reconhecer que a liberdade está em prender-se em
Deus, é remar contra a corrente e servir como discípulo e missionário junto às necessidades
enfrentadas pelo mundo hoje.
Servir como voluntário na JMJ não há segredo, e não
necessita de experiência previa, basta colocar-se diante do Senhor e doar o seu
serviço. É algo gratificante, porque ademais de ser fermento na massa, você tem
a oportunidade de colaborar diretamente para que esse grande evento que é a
Jornada Mundial da Juventude de faça real, contribuindo assim, para que sua
mensagem chegue aos quatro cantos do planeta.
Mais que um tema, o da seguinte Jornada nos impulsiona a
sair em missão, “Ide e Fazei discípulos entre todas as nações”. (Mt. 28, 19), missão essa, que só pode ser legitimada se estamos “enraizados
em Cristo e firmes na fé”. Portanto adiante! Muita força na caminhada rumo a
JMJ e a certeza de que quando nos colocamos a caminho nunca vamos sós, Cristo,
por meio de seu Santo Espírito está conosco sempre.
Um abraço em Cristo Missionário, nos veremos no Grupo de
Voluntários da JMJ Rio 2013. Até lá!!!
Cleber Oliveira
JMV Bela Cruz – CE
Brasil
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