domingo, 12 de agosto de 2012

CARTA SOBRE A MISSAO EM MOÇAMBIQUE





Nacala-Porto, 12 de agosto de 2012



Prezados Amigos,



Que a paz de N. Sr. Jesus Cristo esteja convosco!



Nesta quarta-feira (15/08) completam quatro semanas que estou em solo

moçambicano. Terra santa e pecadora - como qualquer outra - de muitos
desafios, contrastes, problemas mais também soluções. Fiz um voo
tranquilo, e uma vez aqui, estou me adaptando bem ao clima, a comida,
às pessoas, os costumes – resumindo, a cultura desse lugar, onde, com
a ajuda de Deus e de amigos, estou desenvolvendo uma missão de sete
semanas.


A missão local é levada por Padres Lazaristas (01 casa, 03 padres e 04

postulantes), Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo (01 casas, 05
irmãs e 02 postulantes) e Missionários Leigos Vicentinos e está
situada na Diocese de Nacala, mais precisamente na periferia de
Nacala, zona: Cidade Alta e na localidade de Nacuxa. Assim que
compartilho casa com duas Jovens Leigas da JMV/Misevi Espanha, que
vivem aqui, e com outro jovem, também espanhol, que como eu, veio por
um período curto.


As necessidades são muitas, a missão extensa e o trabalho exigente,

pois abrange diversos campos do desenvolvimento humano: Saúde (02
pontos com atenção, desde a básica até os tratamentos de AIDS),
Educação (06 Escolas distribuídas entre Ensino Infantil, Fundamento,
Médio e Técnico/Profissional), Comunicação e Inclusão Social (01 Rádio
Comunitária e 01 Centro de Formação Social com Biblioteca, Salas de
Estudo, Informática, etc.) e claro, o aspecto espiritual: Pastoral (03
Paróquias: São João Batista, Santo Agostinho e São José, com suas
respectivas comunidades eclesiais de base e vida paroquial) com
destaque para um novo projeto levado pela Comissão de Justiça e Paz
que visa ajudar aos pobres na garantia de seus direitos, especialmente
os da terra, que por a cidade está sofrendo uma rápida transformação
devido as “grandes inversões” internacionais que se instalam no local
devido: à criação de uma zona franca, a descoberta de matérias primas
e ao fluxo de atividades portuárias de Nacala, assim que não necessita
ser um especialista para saber que dentro de poucos anos, ou até
meses, a Cidade será outra; e um processo de mudança a este ritmo
deixa muitas marcas, que nem sempre são positivos, no povo pobre. Eu,
particularmente sou a favor do desenvolvimento, desde que esse seja
baseado no respeito dos direitos dos envolvido, na ética profissional
e na sustentabilidade.


Meu trabalho está organizado por áreas e da seguinte maneira:



Comunicação:

•       De 6:30 as 7:30h, as segundas, quartas e sextas-feiras - Realizar,
com os voluntários locais, na Rádio Watana o programa animação
espiritual.


Formação:

•       Sábados às 15h - Prestar curso de Liturgia e Transmissão da Santa
Missa Dominical aos jovens técnicos, locutores e colaboradores da
Rádio Watana.


Educação:

•       De segunda a quinta-feira pela manha - Ministrar aulas de introdução
da Língua Portuguesa às crianças de Língua Macua e acompanhar os
trabalhos dos professores de educação infantil das escolas de Muanona
e Locone.
•       Sexta-feira pela manha - Aplicar jogos didático/recreativos às
crianças, seguida de oficinas pedagógicas aos professores da Escola
Infantil de Odubaia.


Pastoral:

Atividades realizadas no período das tardes, no âmbito da Paróquia São
João Batista:
•       Celebrar a Palavra com as Comunidades Eclesiais de Base;
•       Animar os Grupos de Jovens e a JMV local, visitando-os e
compartilhando com eles vivencias e experiências;
•       Visitar domiciliares a famílias dos jovens ou crianças que
frequentam os grupos ou Escolas Infantis da Missão.


Diversos:

•       Ajudar na criação e manutenção do espaço virtual da Rádio Watana
(site e redes sociais) bem como gravações de vinhetas, materiais
religiosos (terços); colaborar com arquivos músicas, etc.
•       Participar de eventos: Paróquia Santo Agostinho, Comissão de
Juventude, Missas Ordinárias e Especiais, Encontro Regional da JMV,
etc.
•       Visitar a outras Comunidades Leigas e Consagradas que atuam na
Diocese de Nacala, bem como às diversas obras sociais e projetos
coordenados pelos ramos vicentinos na referida diocese.


O trabalho não está sendo fácil mais para Deus nada é impossível.

Sabemos o anuncio da Boa Nova do Reino cabe e deve ser aplicado não só
aqui mais por todo o mundo como Ele nos disse (Mc. 16,18), de forma
que desejo, que a partir de vossa realidade, também possa arregaçar as
magas e meter a mão na massa. O convite Cristo já nos fez, a resposta
depende de cada um de nós. Contamos com as vossas orações.


Um abraço sincero,



Cleber Oliveira

JMV Brasil/Espanha

sábado, 28 de julho de 2012

OLIMPÍADAS. O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA



A Inglaterra ganha manchetes nos meios de comunicação do mundo todo, não apenas pela comemoração do Jubileu de Diamante, que marca os 60 anos no trono britânico da Rainha Elizabeth, mas por ser a sede da 30ª edição das olimpíadas de 2012. Os jogos olímpicos nasceram no berço da filosofia e da democracia do ocidente – a Grécia - no ano 776 a.C. na cidade de Olímpia. Foi interrompida no ano 393 d.C., por decreto do imperador romano Teodósio, e reativada pelo Barão Pierre de Coubertin em 1896,em Atenas,transformando-se no maior espetáculo da planeta azul.

Além das provas esportivas, haverá um desfile de valores e cores,usos e costumes,etnias e classes sociais, ritmos e idiomas,religiões, profissões e tradições. O marketing, as estratégias e as táticas serão bandeiras organizacionais. As olimpíadas representam a mais bela manifestação cultural da espécie humana. Os avanços da medicina esportiva, as descobertas científicas e as inovações tecnológicas produzirão efeitos especiais em mais um lance da arquitetura da Paz entre os povos.

Como exemplo, citamos a evolução dos meios de comunicação através dos jogos olímpicos da era moderna: Atenas (1896), telégrafo; Paris (1924), rádio; Berlim (1936),cinema; Helsinque (1952), placares eletrônicos; Roma (1960), televisão e telex; Tóquio (1964), cronômetros eletrônicos e células fotoelétricas; Munique (1972), transmissão de TV via satélite e em cores; Seul (1988), fax; Atlanta (1996), telefone celular e em Sydney (2000), Internet.

Nenhuma manifestação social, econômica, cultural,política ou religiosa consegue globalizar todos os segmentos da sociedade internacional como esse evento singular. Entre as dezenas de modalidades encontramos no vôlei a expressão maior do espírito de equipe,o que nos leva a refletir sobre a necessidade de abandonarmos a gestão solitária e vivenciarmos a gestão solidária. Se concordarmos que “os movimentos realizados em conjunto pelos jogadores são chamados de tática”, concluiremos que é o vôlei que evidencia esse princípio de gestão com  maior intensidade.A maioria dos pontos é resultado da logística dos três toques.

Das provas de atletismo – o “DNA” das olimpíadas – em que os atletas participam tendo ao lado os seus adversários, destacamos a corrida de revezamento (4x100) com bastão. Desta modalidade tiramos a lição de que as maiores perdas nas empresas residem na “passagem de bastão” entre os vários departamentos,principalmente, por falhas de comunicação – “o calcanhar de  Aquiles” – da gestão.Uma das mais fascinantes provas é a corrida dos 100 metros rasos,que faz o mundo conhecer o filho do vento – o homem mais veloz da terra.

Ele treina durante quatro anos,para vencer uma prova em menos de dez segundos. Esta é maior evidência de que o aperfeiçoamento continuado agrega valor. Revelamos a resposta que um atleta deu ao repórter, quando perguntado sobre quem será o seu maior adversário. Ela veio como uma flecha certeira: “Eu mesmo. Tenho que superar a mim mesmo. Sou o meu único adversário”. Assim, cada um de nós deve encarar a vida. A nossa limitação encontra-se em nossa mente.Para conseguir a superação alguns entendem que a palavra chave é determinação, outros pensamento positivo e,para muitos, o segredo está na fé.

Todos os esportistas que irão competir na Inglaterra são tecnicamente exemplares, mas somente os excepcionais gravarão, com letras douradas, seus nomes na história,provavelmente,por um detalhe – o equilíbrio emocional.Na “olimpíada da vida” uma carreira bem sucedida pode estar numa pequena diferença, por exemplo, “na beleza de ser um eterno aprendiz”.

Como homenagem à Grécia de todos os tempos, encerramos com a “frase imortal” do célebre filósofo Aristóteles (384-322) a.C: - “Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar.A busca da excelência não deve ser um objetivo e ,sim, um hábito.”

Fonte: Faustino Vicente  - Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos, Advogado e Professor – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br –  Jundiaí (Terra da Uva) – São Paulo  - Brasil

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Meu Testemunho...



Queridos Amigos da JMV,

Que a paz de Cristo esteja convosco!

Normalmente aqui se faz uma reflexão, mais nesta edição desejo dar meu testemunho. Alegra-me muito poder compartilhar com vocês a cerca da minha experiência na JMV Internacional nesta seção do boletim. Começo por agradecer a Deus, a Equipe Internacional, aos membros da Família Vicentina e, em especial, a cada jovem mariano vicentino que nos acompanha a partir de sua realidade; que o Senhor, por meio da Santíssima Virgem, conceda-lhes muitas bênçãos. Tenho a felicidade de participar da Associação, desde 1998, ou seja, a metade da minha vida; ela me tem enraizado, por ela sinto algo inexplicável, mais quem disse que para o amor há uma explicação?

Ser voluntario internacional é um mistério, houveram muitos fatores que convergiram para o fato. O mistério é Deus, que se revela no Filho, foi por Ele, pois a grandes rasgos, não posso sinalar outra coisa, ainda que se somam à primeira, o amor à Associação; a entrega; esse dar e receber, tão dinâmico que a experiência nos presenteia, e ver o fato, não como um voluntariado simplesmente, senão como uma Missão.

Nos três últimos anos, estou vivendo na Comunidade Internacional da JMV, em Madrid (Espanha), aqui compartilho minha vida e experiências com outros membros, que como eu, estudam e servem no Secretariado, onde sempre estamos disponíveis para o que necessitem, desde a limpeza até representar ao SIJMV onde seja necessário, ainda que cada um tem tarefas específicas, correspondendo a mim, a comunicação com os países de língua portuguesa, ajudar aos países com assuntos de formação, as traduções Espanhol X Português, o trabalho de webmaster (produção e edição de textos, fotos e vídeos, etc.), manutenção dos computadores, etc. Por estarmos em Espanha, participamos da vida e atividades da JMV local bem como em diversas obras sociais a favor dos pobres.

O serviço no Internacional, serviu-me para reafirmar que a JMV é uma; que a existência do Secretariado, o bom uso das novas tecnologias e os encontros internacionais fortalecem a internacionalidade e unidade da Associação; e também percebi que a alegria, o entusiasmo e o empenho dos jovens são similares onde quer que a Associação esteja, o que muda é o contexto.

O tempo não espera por ninguém, minha experiência no Secretariado termina neste verão, e olhando o caminho percorrido, posso ver que ademais dos dias claros, houveram pequenas tempestades, e com elas caíram águas que ajudou a fertilizar o solo, fazendo germinar brotos, florescer e dar frutos. Levo comigo as experiências bonitas que aqui vivi, as amizades que Deus me permitiu construir e as lembranças de pessoas e lugares onde tive a alegria de compartilhar meu ser cristão e meu ser pessoal. Chegando ao Brasil, seguirei no seio da Família Vicentina, inicialmente, como Assessor Leigo da JMV.

Aos mais tímidos, os asseguro que o fato de servir não tem nenhum secreto; o medo se perde enfrentando-se aos problemas; abandonem-se à Providencia e a conhecerão. Reconheço que falar dá menos trabalho que fazer, mas quem disse que a vida é fácil? Não necessitamos de outro exemplo que o de Jesus, que cumpriu a missão que o Pai lhe havia reservado. Creio que cada jovem teria que pleitear-se em oração qual é o projeto que Deus tem para sua vida, e que nesse projeto esteja presente o serviço aos jovens e aos mais empobrecidos dentro e fora da Associação.

Em Espanha, tive a oportunidade de participar, mais ativamente, em três grupos da JMV. O vivido, vejo como um período de graça. Só tenho que agradecer a todos por tudo, pedir perdão por minhas limitações, solicitar suas orações e assegurar-lhes as minhas. Também gostaria de animar a todos a participarem do grande encontro da Juventude Vicentina em Belo Horizonte e logo Rio de Janeiro em julho de 2013, em Brasil, no marco da JMJ.

Veremos-nos lá!!!
                                                                                 
Cleber Oliveira
VOLUNTARIO INTERNACIONAL JMV

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A NATUREZA NÃO RECLAMA, VINGA-SE





A palavra grega ISO, que significa igualdade, é a sigla da International Organization for Standardization, ou seja,  Organização Internacional para Normalização, fundada em 1947, e localizada em Genebra, na Suíça. Trata-se de uma entidade não-governamental que edita uma série de normas técnicas, reconhecidas internacionalmente, que visam padronizar e melhorar a qualidade de produtos e serviços de empresas do mundo todo. Milhares de empresas, de mais de uma centena de países, têm investido na busca de um Certificado de Qualidade ISO.Ela pode ser entendida como: – escreva o que e como você faz, e faça como você escreveu.


Do elenco de normas existentes daremos destaque, nesta oportunidade, para a ISO14.001 – Sistema de Gerenciamento Ambiental –, que objetiva prevenir, eliminar ou minimizar os efeitos nocivos ao meio ambiente causados por empresas privadas e públicas. Os passos para a implementação desta norma estão assim definidos: 1.) Comprometimento e definição da política de meio ambiente – 2.) Planejamento do sistema de gestão ambiental (SGA) – 3.) Implementação do SGA – 4.) Medições e avaliações e, 5.) Revisão e melhorias contínuas. Conscientizar, envolver e comprometer – do presidente ao servente – é de fundamental importância para que o SGA atinja as metas pré-estabelecidas. Acompanhar rigorosamente, e validar, cada uma das etapas do processo operacional da fabricação de produtos, e da prestação de serviços, é procedimento obrigatório para garantir o equilíbrio do meio ambiente e a  melhoria continuada da qualidade de vida.


Para que o SGA seja bem-sucedido é recomendável fazer um diagnóstico através do diagrama dos 7Ms: 1)mercado,2)mão-de-obra,3)matéria-prima,4)máquinas,5)método,6)medição e 7)meio ambiente. Essa análise crítica nos levará a reduzir as possibilidades  de poluição, reutilizar parte do que já foi usado, reciclar todo tipo de sucata e reinventar novos processos operacionais para a fabricação de produtos e prestação de  serviços. A agressão ao meio ambiente é, também, um desrespeito à massa consumidora, que está tendo a sua percepção despertada para recusar produtos e serviços de empresas ecologicamente incorretas.


Os gravíssimos problemas que estão ocorrendo com o aquecimento global não devem ser atribuídos apenas á uma parcela da classe empresarial, pois os governantes, também, têm a sua parte de responsabilidade na degradação do meio ambiente. Políticas públicas ineficientes, fiscalização insuficiente, investimentos em saneamento básico aquém das necessidades, excesso de burocracia e corrupção, são  fatores da mesma equação – ações públicas ineficazes.


Além da iniciativa privada e dos órgãos públicos cabe, a cada um dos seis bilhões e seiscentos milhões de habitantes do planeta azul, a sua cota de responsabilidade pela preservação do meio ambiente. Combate de desperdício de toda espécie, redução do volume de lixo, coleta seletiva, jogar o lixo no lixo, incentivos á cooperativas de coleta e implementação da CIPRAM – Comissão Interna de Preservação Ambiental são medidas indispensáveis á qualidade de vida.


A educação pode contribuir para que tenhamos maior consciência sobre a chamada - Pegada Ecológica, que significa o “quanto da terra produtiva, área florestal, energia, habitação, água, mar, urbanização e capacidade de absorção dos dejetos cada pessoa necessita, para viver de forma minimamente digna. A esse conjunto de fatores, Martin Rees e Mathis Wackermagel, deram o nome de pegada ecológica, cujo estudo indica 2,8 hectares para cada pessoa”.


Numa simples reflexão sobre alguns textos da Bíblia (Gênesis 1, 24-31 + 2,1-19 e Deuteronômio 8,7-10), podemos encontrar referências  sobre a preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável do ser humano e a destinação social dos recursos naturais da terra. Esse Livro Sagrado prevê, até, punição para os que destroem a Terra (Apocalipse 11:18).


por Faustino Vicente  - Advogado, Professor e Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – tel. (11) 4586.7426 – Jundiai (Terra da Uva)  São Paulo - Brasil





terça-feira, 19 de junho de 2012

CONVERSA DE BEBES



Isto sim são conversas, é por causa desta e d´outras que acredito na vida Eterna!!! ALELUIA!


No ventre de uma mulher grávida, dois bebés falavam:

- Acreditas na vida pós-parto?

- Claro. Tem que haver alguma coisa. Se calhar estamos aqui a
preparar-nos para o que vamos ser.

- Disparate! Não há vida depois do parto. Como é que seria
verdadeiramente essa vida?

- Não sei, mas com certeza deve haver mais luz que aqui.
    Talvez até consigas andar com os próprios pés e comer com a própria boca.

- Isso é absurdo! Andar é impossível! E comer com a boca!?
Completamente ridículo! O cordão umbilical é que nos alimenta.
    Só te digo isto: A vida após o parto não é possível. O cordão
umbilical é muito curto!

- Eu cá tenho a certeza que há alguma coisa. Com certeza apenas
diferente daquilo a que estamos habituados aqui.

- Mas nunca ninguém voltou de lá para contar... o parto é o final e
mais nada! Angústia prolongada na escuridão.

- Bom, não sei como é que vai ser depois do parto, mas tenho a certeza
que a Mãe vai tratar de nós.

- Mãe? Você acredita nisso!? E onde é que ela supostamente está?!

- Onde? Em tudo à nossa volta! Vivemos nela e através dela. Sem ela
nada existiria.

- Eu não acredito nisso! Nunca vi Mãe nenhuma porque simplesmente não existe.

- Então, mas quando estamos em silêncio não a consegues ouvir cantar e
falar? E não a sentes a afagar o nosso mundo?
    Sabes, eu acho mesmo que nos espera a vida real e que esta é só uma
preparação para ela...

- Esquece! Isso são aquelas tretas da fé...

sábado, 9 de junho de 2012

JOVENS DE TODO O BRASIL REÚNEM-SE EM BELÉM PARA ASSEMBLEIA GERAL



Iniciou na última quinta-feira (07/06) e se estenderá até o domingo (10/06) a VI Assembleia Geral da Juventude Mariana Vicentina do Brasil. O evento reúne coordenadores e assessores das seis províncias do país bem como convidados das demais entidades vicentinas e da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB).
“Viver em missão pela unidade da nossa fé” é o tema, e “Dar de si mesmo como Maria” é o lema, que serão amplamente trabalhados durante o evento e nortearão as atividades da JMV Brasil durante os próximos quatro anos.
Na oportunidade será eleito o novo Conselho Nacional, para o período de 2012 a 2016, responsável pela direção da entidade, animação das províncias e representatividade nas instancias eclesiais do país e nos encontros internacionais da associação. A assembleia também marcará o início dos preparativos para o Encontro Internacional de Jovens Vicentinos em Belo Horizonte e para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro.
A assembleia reavalia a caminhada nacional e planeja os próximos passos a serem percorridos pelo novo Conselho a ser eleito. E apresenta aos participantes o Estatuto Nacional revisado pela Santa Sé e oficializa a renomeação da entidade no país para Juventude Mariana Vicentina.
Participa da assembleia o ilustríssimo Arcebispo emérito da Arquidiocese de Belém, Dom Vicente Zico, representante da CNBB na plenária.

sábado, 2 de junho de 2012

PROYECTO DE MISIÓN - MOZAMBIQUE AFRICA




1. IDENTIFICACIÓN

Nombre del Proyecto: Misión de Verano
Público a quien se dirige el Proyecto: Misión Vicenciana de la Diócesis de Nacala (Mozambique/África)
Período: Julio y Agosto de 2012
Misionero: Cleber Oliveira
Asociación: Juventud Mariana Vicenciana - JMV

2. JUSTIFICACIÓN

"Id por todo el mundo…" (Mc 16,15), me imagino que cuando el Señor dijo estas palabras era consciente de la necesidad de las gentes de más allá de las fronteras. Hoy, viviendo en un "mundo pos-moderno" se ver, tal vez más que nunca, la necesidad de llevar y/o ser buena noticia para los demás. En el mundo hay muchas personas que carecen de nuestra ayuda y servicio, y es por esto que con este proyecto queremos volcar nuestra acción en el país africano ‘Mozambique’, y precisamente en la Misión Vicenciana llevada por padres, hermanas y jóvenes laicos, junto a la Comunidad Macúa en Nacuxa y Nacala. Hoy, a pesar del país ya haber realizado su cuarta elección democrática, que representa un éxito de participación y responsabilidad a nivel nacional, todavía se presentan en la sociedad macúa vivencias de degradación humana, social y moral: corrupción en todos los sentidos, falta de posibilidades laborales, falta de incentivo y creatividad en la juventud, discriminación  femenina, sumadas al hecho de que 15% de la población es VIH positiva y 45%, analfabeta, tasas que le elevan la situación de pobreza  La misión es llevada a cabo en la Diócesis de Nacala, que está situada en el norte del país y tiene 2.200.000 habitantes, donde apenas 13,1% es católico, la gran mayoría es musulmana o practicantes de religiones tradicionales. La misión se compone tres parroquias: San Juan Baptista, San Agustín y San José de Matibane, donde además del ejercicio primero de la Iglesia, que es el anuncio de la Buena Nueva, se dedican al servicio en la educación, salud, comunicación  y promoción social de los empobrecidos.

2. OBJETIVO GENERAL
Servir junto a la Comunidad Vicenciana, en Nacala - Mozambique, durante los meses de julio y agosto de 2012.

3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS   

a)      Convivir en la Comunidad de JMV;
b)      Visitar miembros/grupo de JMV Mozambique;
c)       Celebrar la Palabra o Eucaristía;
d)      Impartir clase de refuerzo escolar  a niños;
e)      Servir a los enfermos de SIDA en el Centro Akumi;
f)       Impartir Curso de Formación para jóvenes líderes y educadores;
g)      Participar en programas radiofónicos.

      
4. METODOLOGIA

El trabajo misionero será desarrollado de forma conjunta, con base en la oración y  según las decisiones tomadas en común teniendo siempre en cuenta atender las necesidades de la Comunidad. 

5. CRONOGRAMA

ACTIVIDADES
JULIO (3 semanas)
AGOSTO (4 semanas)
1
Convivir y colaborar con la comunidad laica de JMV España instalada en Nacala.
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2
Compartir experiencias y vivencias con JMV Mozambique (Consejo Nacional y/o Grupos de Base).


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3
Participar de Celebraciones de la Palabra o Eucarísticas en la sede y en las comunidades rurales de la misión.
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4
Impartir clase de refuerzo escolar a los niños de la Escuela Comunitaria “Cristo é Vida”.
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5
Ayudar, una vez por semana, en el atendimiento de los enfermos de SIDA en el Centro Akumi.
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6
Impartir en tres secciones, un curso de formación (autoconocimiento, liderazgo y dinámicas de grupo), para jóvenes líderes y educadores, en el Centro Pastoral “Sao Vicente de Paulo”.

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7
Participar en programas radiofónicos de la emisora de “Radio Watana”.    
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6. RECURSOS

6.1. Humanos

ESPECIFICACIÓN
1
Misionero, Cleber Oliveira, que se unirá a un equipo de misioneros, de diferentes países que llevan la Misión en el País. 

6.2. Materiales y Económicos 

ESPECIFICACIÓN
VALOR
1
Gasto del Viaje (ida y vuelta) del misionero.
1.600,00€
2
Actividades descritas arriba, en el apartado 5 (hospedaje, alimentación, transporte interno, material escolar, religioso y de higiene/limpieza, copias de textos, etc.).
200,00€*
TOTAL:

1.800,00
*Valor simbólico, ya que casi totalidad de los gastos, en la misión, serán sostenidos por la misma.  

7. COLABORADORES

·         JMV España;
·         JMV Brasil;
·         Comunidad de Laicos Vicencianos (Nacala);
·         Padres Paúles;
·         Hijas de la Caridad de San Vicente de Paúl;
·         Secretariado Internacional de JMV y
·         Amigos.

8. RESULTADOS ESPERADOS

Se espera, que a partir de esta experiencia de misión los implicados directos logren 95% de satisfacción, que sean generados y fortalecidos vínculos de amistad, solidaridad y crecimiento mutuo.

9. EVALUACIÓN Y SEGUIMIENTO

La evaluación y el acompañamiento se dará en todo el tiempo del desarrollo del proyecto en reuniones periódicas con los misioneros. En tales reuniones se analizarán el trabajo realizado y los feedbacks del público del proyecto. 

Madrid, 20 de mayo de 2012

Cleber Oliveira
MISIONERO

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Felizes Festas!!!


“O Natal não é um tempo, é uma pessoa, um menino, o pequeno Filho de Deus que segue buscando onde nascer. Oferece-lhe um lugar em seu coração e conhecerá o verdadeiro sentido do Natal”

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Las Calles de Madrid



Una vez en Madrid, tu siempre desearás regresar, la ciudad es bella, sus calles ni hablar, es una maravilla por donde pasa, ven acá a confirmar

Sus calles esconden misterios, son escenarios de luz, unas te llevan a la gloria, algunas hasta la cruz, pero todas de seguro, buena sensación producen.

Los edificios son obras, que te pueden inspirar; alegría y compañía, en sus plaza vas a encontrar; no se admire se un día, cuando por Madrid camines, tu corazón te lata, como el de un enamorado está.

domingo, 2 de outubro de 2011

Meu Aniversário - 2011

Meu dia de aniversário foi sendo excelente. Pela manhã, missa na Capela da Casa Provincial Santa Luisa, onde servi como coroinha, pela tarde fui com P. Pavol ao Vale dos Caídos, lugar onde estão enterrados vários corpos padecidos durante guerras espanhola, foi um momento de reflexão, onde pude refletir um pouco o valor da vida, o lugar é gracioso e muito bonito. Pela noite fomos a um Show Filipino na Basílica da Milagrosa. - Eles foram premiados em Londres em 2010: http://www.youtube.com/watch?v=pBLNlXe9Ae0 Eles cantaram e dançaram classicamente e divinamente bem - um verdadeiro espetáculo. Para finalizar a noite, saímos para jantar com Pe. Fernando. Durante todo o dia, desde la primeira hora recebi maniestações de carinho de meus amigos e familiares, por meio da red, que foram muito atentos e afectuosos. Obrigado a todos. Os amo. Obrigado meu Deus por tudo. Amém, aleluia!!!


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

São Vicente de Paulo: um místico a serviço dos pobres


“Lembre-se, padre, de que vivemos em Jesus Cristo pela morte em Jesus Cristo, e que temos de morrer em Jesus Cristo pela vida de Jesus Cristo e que nossa vida tem que estar oculta em Jesus Cristo e cheia de Jesus Cristo, e que para morrer como Jesus Cristo, tem que se viver como Jesus Cristo”. (P. Coste I, 295, 320).

Os místicos são pessoas que vivem mergulhadas em Deus. A Igreja da época de São Vicente era marcada pela vida monástica, pois o Concílio de Trento tinha enclausurado os religiosos. A meta era alcançar a perfeição na vida puramente contemplativa, separada do mundo. A reflexão teológica e a piedade ajudavam a cultivar uma vida santa. A leitura das Regras Comuns deixadas por São Vicente mostra claramente o rigor disciplinar e ascético a que estavam submetidos os religiosos.

São Vicente percebeu que a vida de clausura não levava à verdadeira santidade, que tal estilo de vida não tinha fundamentação evangélica, pois lendo o Evangelho descobriu que Jesus foi enviado para evangelizar os pobres (cf. Lc 4, 18); descobriu que Jesus não viveu uma vida enclausurada, distante das pessoas. A meditação evangélica e a triste situação da vida dos pobres de seu tempo levaram-no a concluir que Jesus é o missionário Pai, o evangelizador dos pobres.

Neste sentido, São Vicente percebeu que o ministério presbiteral na Igreja só tem sentido se o presbítero se colocar a serviço dos pobres, porque este foi o ofício do Filho de Deus. Aqui está a centralidade do carisma e da espiritualidade vicentina. Fora deste ofício divino não há missão verdadeiramente cristã e vicentina. Na Igreja, a Família Vicentina tem a missão profética de desempenhar este ofício divino. Certa vez, Karl Rahner, um dos maiores teólogos da Igreja do séc. XX afirmou que no séc. XXI não haveria separação entre ser cristão e ser místico.

Para entender o jesuíta Karl Rahner seria necessário discorrer a história dos grandes místicos nos diversos períodos da história do Cristianismo. Aqui não é lugar para isto, mas, a partir do testemunho de São Vicente podemos ousar algumas afirmações, pois graças ao Espírito do Senhor, no séc. XVII, fora da vida monástica ele conseguiu ser um místico no serviço dos pobres.

Anthony de Mello, SJ, um místico cristão de espiritualidade oriental falecido em junho de 1987, aos 56 anos de idade, em sua obra Apelo ao amor, falando da santidade afirma: “O segundo atributo da santidade é a ausência de esforço” (p. 50). Ser místico é ser santo a partir do amor, no amor e para o amor. Segundo A. de Mello, a santidade não é fruto do esforço humano, não pode ser desejada, não é fruto da consciência da pessoa nem pode existir juntamente com os apegos.

O místico é uma pessoa livre dos apegos. Ele só precisa do amor para viver. O apego às pessoas, às coisas e a si mesmo é causa de impedimento para que exista o místico. Este não se preocupa com nada, a não ser com o amor; amor que não é posse do outro, mas abertura permanente para o outro. Abertura não para a dependência do outro, mas para o amor para com o outro. O místico não depende de ninguém para ser feliz. Ele não é especial para ninguém nem pessoa alguma lhe é especial.

Para o místico, o outro é simplesmente pessoa. Esta não lhe representa superioridade nem inferioridade. Neste sentido, o medo deixa de existir em sua vida. As ameaças, os condicionamentos, constrangimentos, perseguições, incompreensões e até a morte não significam nada para o místico: nada disso tira a sua vida. Elogios, aplausos, críticas, premiações, honras e tantas outras coisas tidas como boas e que são oferecidas aos homens também não significam nada para o místico: ele não depende destas coisas para viver. A isto chamamos liberdade.

No interior da Paraíba aprendi com um místico a seguinte verdade: “Tu não dependes do louvor nem da crítica para viver, mas somente do amor. Ama e serás verdadeiramente livre. O que importa é Jesus e a força de Deus, o Espírito. Quando estiveres convicto disto nada mais te interessará, mas somente o amor, pois é o amor que permanece para sempre, o resto é apego e passa”. Viver segundo esta verdade é ser místico. O Evangelho mostra que Jesus foi assim: livre. Por isso que sua mensagem pode ser chamada Evangelho da liberdade.

Para viver num estado místico de vida é preciso cultivar a atenção ao essencial, deixando de lado tudo aquilo que tenta desviar e/ou desvirtuar. Há muitas coisas neste mundo que não levam à verdadeira felicidade, o místico se despoja de todas estas coisas. Neste sentido, o místico é uma pessoa livre das ilusões, da alienação e da agonia provocada pela pressa e pela busca desgastante de ser feliz. Quando percebeu que a verdadeira felicidade se encontra na fonte da vida, que é Deus, o místico não perde o seu tempo com coisas supérfluas e/ou futilidades.

Assim foi São Vicente, não fez outra coisa na vida senão amar o próximo, preferencialmente os pequenos e sofredores. Nestes encontrou a felicidade, encontrou Deus. As autoridades religiosas e civis, assim como as mulheres e homens ricos da época ficavam admirados ao vê-lo e escutá-lo; assim como as multidões ficavam admiradas diante de Jesus de Nazaré. Quem viu São Vicente esteve diante de homem entregue a Deus e aos irmãos. A isto chamamos santidade.

Infelizmente, o barulho e as coisas produzidas pelo homem têm levado à perturbação e ao consumismo. As pessoas perdem a paz de espírito consumindo, incansavelmente. A doutrina mercadológica é: consuma e seja feliz! Esta doutrina invadiu as Igrejas cristãs e estas manejam grandes somas de dinheiro. O mercado religioso oferece todas as bênçãos e milagres que as pessoas precisam para serem escravas e perturbadas da cabeça. É uma verdadeira maldição! No fundo, as pessoas nunca se libertam, e não se libertam porque foram buscar a libertação no lugar errado.

Felizmente, no silêncio da vida das Igrejas e do mundo há mulheres e homens místicos. Eles não aparecem porque o aparecer lhes é incompatível. São tão simples que, na maioria das vezes, morrem sem ser percebidos. Isto lhes é motivo de alegria, sinal de foram fiéis ao princípio evangélico da humildade, que exige discrição e simplicidade. Os místicos são pessoas de ações singelas e palavras profundas, quando discursam incomodam bastante, porque aproveitam para proclamar Jesus, Boa Nova do Pai para a vida e a liberdade do gênero humano.

São Vicente permite-nos dizer, finalmente, que a mística vicentina se dá numa vida que se encerra no amor aos pobres, numa vida que é pleno estado de caridade. Ele nos ensina que deixar-se conduzir pelo Espírito nos leva irresistivelmente ao encontro rosto do outro. E como dizia o filósofo francês E. Lévinas, o rosto do outro me fala, me interpela, me incomoda, clama por socorro, liberta-me. A isto chamamos alteridade. Não há prática do amor sem a alteridade. Que São Vicente interceda a Deus por nós!


Tiago de França

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Madrid - Capital da Juventude



Uma maré de jovens banha Madrid e os Vicentinos dentro...

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Rosa, Ruth, Dani, Ana, Isabel, José, Gema, Bea, Ir. Juani, Ir. Isabel, padre Juanjo, padre Óscar… e assim até 160 nomes mais, de voluntários vicentinos que já estão em Madrid. O objetivo destes dias é preparar os alojamentos e receber a formação necessária para exprimir ao máximo o Encontro de Jovens Vicentinos (EJV), e posteriormente a JMJ.

Os kms acumulados e as horas de viagem não pesam nas mochilas de nossos voluntários que, desde a terça-feira pela manhã, estão enchendo de trabalho todas as comissões para ter uma ideia global do funcionamento do EJV e da JMJ. Pouco a pouco vão se perfilando as responsabilidades e chegando a conclusões de tarefas que terão que desenvolver os voluntários durante esses dias, que resultam do mais variado: vigilância nos corredores, informar aos peregrinos, coordenação de ornamentação e painéis informativos, preparar os dormitórios, limpar as zonas comuns, coordenar aos responsáveis dos centros de alojamento, protocolos de evacuação e emergências, etc.

O trabalho dos voluntários se apóia na oração, já que não podemos esquecer o que realmente nos trouxe aqui. Esses momentos de oração comunitária se unem a formação que nossos voluntários vicentinos estão recebendo nestes dias. Está formação está enfocada em polir nossa atitude em relação ao peregrino, e sempre vista sobre o carisma vicentino e de serviço. A paciência, a hospitalidade, a acolhida e o espírito de sacrifício serão algumas das riquezas que os voluntários irão descobrindo nestes dias.

O caminho do voluntário começou, tu, peregrino, és parte de nossos passos.